Análise Sulamericana 14 : SPFC 4×2 Emelec

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Em mais um compromisso da semana, o Tricolor recebeu na Sacrossanta Casa o equatoriano Emelec com a missão de ganhar com a maior diferença de gols possíveis e ir com vantagem para Guayaquil.

Jogo começou complicado, pegado. Emelec veio cheio de vontade e marcando muito forte, criando um bloqueio que impedia o Tricolor de jogar.

Porém, aos 12 minutos, conseguimos furar essa retranca. Em bola ajeitada para Kaká, que devolveu para Maicon e tocou para ele, de novo ele , Michel Bastos que no primeiro chute a gol marcou com categoria. 1x 0 Tricolor!

 

Após o gol o Emelec voltou a retrancar e arriscar lances perigosos . Do  lado deles, um chutaço de Herrera defendido por RC. Do nosso, Michel Bastos recebeu de Kaká e partiu para o ataque mas o juiz deu impedimento.

A partir daí foi um festival de faltas, de impunidade (sim, o juiz foi omisso, principalmente quando favorecia ao Emelec). O jogo passou a ficar preocupante, principalmente pensando na partida de volta já que o risco de perdermos jogadores era grande.

Mas aí aos 35, quanta alegria! Ganso deu passe para Kaká na área, que se enrolou na marcação. Porém Hudson, de pé esquerdo, apareceu para bater prensado. E gol. E mais um. 2 x 0 Maior do Mundo!

 

E não parou aí. Aos 44, com passe de Ganso para Kaká , que viu Allan Kardec livre, marcamos o terceiro.

 

O Tricolor foi infinitamente superior ao time equatoriano. Em técnica, forma de jogar…tudo mesmo! Ao Emelec coube apenas retrancar e bater.

 

E assim terminamos a primeira etapa deste belo jogo, até aqui.

 

Voltamos para a segunda etapa sendo “bombardeados” pelo Emelec. E logo aos 2 minutos em falha da zaga e (de certa forma) do goleiro, Herrera marcou para o time equatoriano. Mal, muito mal esse reinício de jogo! 3×1 Tricolor!

 

Tricolor voltou mal demais para o segundo tempo. Praticamente irreconhecível. E isso se confirmou aos 9 minutos em mais um gol equatoriano. Gol de Mena.Preocupante.

 

O jogo ficou pegado, difícil mesmo. Impressionante termos transformado algo tão simples em complicação e dificuldade. Enfim, seguimos.

 

E aos 24 minutos, veio o alívio. Em cruzamento de Hudson , Antonio Carlos, de cabeça, marcou para nos tirar do sufoco. 4×2 Tricolor melhor do Mundo.

 

Depois disso voltamos a passar aperto. O Emelec, sem responsabilidades, veio pra cima. E aos 37, Rogério Ceni defendeu milagrosamente chute a queima-roupa de Bolaños. UFAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Tricolor melhor no final da etapa, indo bem mais para cima , encarando a marcação chata do Emelec. E aos 48 o péssimo juiz Enrique Cáceres, apitou o final da partida.

 

Poderia ter sido mais amplo o placar mas a vantagem de dois gols é nossa. Lá a parada será dura mas temos totais condições de voltar com a vaga na mala.

 

AVANTE MEU TRICOLOR!

 

NOTAS 

São Paulo 4X2 Emelec

 

 Rogério – Boa defesa no primeiro tempo e outra no segundo.  PARA MIM, foi mal no primeiro gol do Emelec.  NOTA – 7,0

Hudson – Boa atuação mais uma vez, de novo deu conta do recado e ainda fez gol.  NOTA – 7,5

Paulo Miranda – De zagueiro dá alguns sustos, como sempre.  De lateral, piora, pois dá calafrios.  NOTA – 4,3

Edson Silva – Não repetiu a boa partida anterior. Inseguro e falhou no segundo gol do adversário.   NOTA – 6,0

Álvaro Pereira – Fez o dele atrás e foi menos à frente do que o normal, não dando boas alternativas ao ataque, mas precisa jogar mais.  NOTA – 6,0

Maicon – Uma falta grotesca no primeiro tempo, com direito a cartão. No mais, o de sempre, jogador fraco, mas que conta com a simpatia quase que apaixonada do treinador.  NOTA – 5,0

Souza – Melhor que no jogo anterior. Fez o dele, fechou bem a defesa e cumpriu com a sua missão. Bom jogo.  NOTA – 7,0

Ganso – Craque. Quando tem a bola nos pés, é um maestro, precisa se ligar mais o jogo todo, pois as vezes dá umas sumidas, mas quando está ligado é fera.  NOTA – 8,0

Michel Bastos – Excelente jogador.  Atua bem em ambos os lados do campo, tem boa visão de jogo e participa bastante das jogadas de ataque, finaliza bem. Hoje de novo foi o melhor do time e fez gol. NOTA – 9,0

Alan Kardec – Continua meio “preso” dentro de campo mas hoje esteve mais a vontade. Jogou no meio, caiu para os lados e foi bem. Ótimo jogador, que se doa ao time. Não procura individualismos. NOTA – 7,5

Kaká – Boa movimentação, bons passes no primeiro tempo, mas abaixo do que se espera de um jogador como ele. Ficam valendo as participações nos gols.  NOTA – 5,5

Osvaldo – Os quero-quero participaram mais do jogo do que ele.  Uma boa jogada apenas e só. NOTA – Sem nota.

Antônio Carlos. O de sempre, só que desta vez com um gol. NOTA – 6,0

Auro - Coitado desse jogador. Vai sofrer pra jogar com esse incinerador da base. NOTA – Sem nota.

 

Muricy  Ramalho – Dos jogadores que tinha disponível  até que escalou bem o time hoje, mas  poderia ter colocado o Auro na sua posição de origem e ter iniciado com o Hudson onde ele tem mais facilidade de jogar.

Pôs tudo a perder com a alteração no intervalo, quando poderia colocar o Auro, mandando o Hudson para o meio, mas a “pardalzice” que o acompanha não deixou. Deslocou o fraquíssimo Paulo Miranda para a direita e desandou a defesa.

RIDÍCULO colocar o Auro aos 46´ do segundo tempo, repito: RIDÍCULO

Treinador que não sabe escalar, não sabe substituir, não sabe mudar o rumo de uma partida. Mas dizem que eu persigo, então… pelo menos aqui nas notas eu me vingo… rsrsrsrs

Seria NOTA – 4,0  mas pela substituição do Auro , fica com NOTA – 3,0

 

Bola Cheia – Michel Bastos pelo gol e pela bela partida, mais uma vez.

Hudson pela regularidade e pelo gol.

Antônio Carlos pelo gol.

Kardec por ter tirado a zica de vez, segunda partida seguida com gols.

Vitão que não apareceu durante o primeiro tempo pra ficar com seu disquinho riscado.

 

Bola Murcha – Juiz muito permissivo com jogadas violentas.

Vitão que resolveu  comentar no segundo tempo e o SPFC tomou os gols.

Bobeada monstro ao deixar o adversário fazer dois gols.

Paulo Miranda. Péssimo.

Muricy Ramalho, que não sabe escalar, não sabe substituir nem ser técnico de futebol

 

Zanca que não compareceu de novo no blog nos horários de jogos. Vai poder pedir música no Fantástico na próxima partida, ausente três jogos seguidos desde o início da minha contagem.

 

Análise: Kátia Firmino

 

Notas: Márcio Maciel

 

 

 

 

 

 

 

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Preleção Copa Sul Americana 2014: São Paulo x Emelec

São Paulo x Emelec

Depois de atropelar o Goiás e recuperar a vice-liderança no Brasileirão, o São Paulo ganhou moral para encarar o Emelec no Morumbi. O confronto é válido pelas quartas de final da Sul Americana, competição em que buscamos o bi-campeonato. Restaram 8 equipes na competição, e de fato estamos no lado mais fraco da chave. Atlético Nacional e U. Cesar Vallejo estão do nosso lado; do outro temos River Plate x Estudiantes e Boca Jrs x Cerro Porteño.

Muricy Ramalho poderá contar com os retornos de Paulo Miranda e Kaká, ausentes contra o Goiás e de Luís Fabiano, que não jogou o jogo de volta diante do Huachipato. Ainda sem Toloi, Antonio Carlos segue no time. Outros desfalques são: Denilson (expulso contra o Huachipato) Luís Fabiano (suspenso pela Conmebol) e Pato (lesão). Sem Denilson, ao que tudo indica teremos Maicon titular. Nosso comandante garantiu força máxima para a partida, nada de poupar os melhores pensando no Brasileiro. Decisão corretíssima, já que um clube do tamanho do Tricolor tem potencial para brigar e até conquistar as 2 taças.

Depois da atuação de gala de Michel Bastos contra o Goiás, Muricy ganhou uma verdadeira dor de cabeça: quem escalar no meio de campo? Kaká é muito importante sim, no papel de liderança e experiência dentro de campo, chamando a marcação para si e, indiretamente liberando mais espaço para Ganso, Kardec e cia limitada. Porém o futebol apresentado vem bem abaixo do esperado. Contra a Chapecoense, muita reclamação e pouco futebol; os cartões vem sendo frequentes também. Michel Bastos está voando em campo, atuando bem em todas as posições e marcando seus gols de vez em quando. E aí Muricy? Ganso e mais um… Kaká ou Michel? Existe ainda a chance de ambos jogarem: Michel no meio e Kaká mais adiantado ou ainda 3 meias e Alan Kardec isolado (mais provável).

O adversário

Fundado em 28/04/1929, o Emelec é um dos gigantes do futebol equatoriano: são 11 títulos nacionais, perdendo apenas para seu arquirrival Barcelona (14) e El Nacional (13). Quando o assunto é competições continentais, o time deixa bastante a desejar: nenhum título conquistado, tendo na Libertadores de 1995 sua melhor participação: semi-finalista, eliminado pelo futuro campeão Grêmio.

O campeonato equatoriano é disputado da seguinte maneira: 2 etapas com 12 clubes cada, no sistema de pontos corridos; os 2 “campeões” fazem a grande final para decidir o campeão dos campeões. São os atuais campeões equatorianos. Nesta temporada, levaram o 1º turno e, com vaga garantida na final, fazem campanha mediana no returno. Quatro titulares estiveram defendendo a seleção equatoriana na Copa do Mundo: os zagueiros Gabriel Achilier e Jorge Guagua; o lateral Oscar Baguí e o meia Pedro Quiñonez.

Para aqueles da imprensa marrom que torciam o nariz para a torcida tricolor, nos chamando de modinhas, entre outros adjetivos chulos, que tal 32 mil torcedores em plena segunda-feira? Ta bom para vocês ou querem mais? Imagina se houvesse um metrô nas imediações do Morumbi… acho que teríamos média de 40 mil por jogo! Somos fanáticos por competições continentais/internacionais, não querendo desmerecer os estaduais etc. Mas que são competições diferenciadas, ah, isso são sim, meu amigo! 12 títulos não são para qualquer um… são para poucos, que contamos nos dedos das mãos. Com todo esse currículo vitorioso, a torcida sempre apoia, lota o Templo Sagrado! Com tudo isso , são esperados pelo menos 40 mil tricolores hoje, empurrando o Clube da Fé rumo a mais uma vitória para conquistarmos o 13º título internacional! Eu acredito!! #3Cores1SóTorcida!

Por: Leandro Teixeira

 

SÃO PAULO X EMELEC

Data/Hora: 30/10/2014, as 20h15min (horário de Brasília)

Estádio: Morumbi, em São Paulo/SP

Árbitro: Enrique Cáceres/PAR

Auxiliares: Carlos Cáceres/PAR e Melchiades Saldívar/PAR

São Paulo: Rogério Ceni, Hudson, Antonio Carlos, Edson Silva e Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Ganso, Kaká e Michel Bastos; Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

Emelec: Esteban Dreer, John Narvaez, Gabriel Achilier, Jorge Guagua e Oscar Bagui; Pedro Quiñonez, Miller Bolaños e Angel Mena; Marcos Mondaine, Emanuel Herrera e LuisMiguel Escalada. Técnico: Gustavo Quinteros

Transmissão: Fox Sports

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Parabéns Celinho/Coluna do Paulo Martins

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Parabéns, Celinho!

Muitas alegrias, felicidade e tudo de melhor que a vida oferecer pois você merece.

Seja imensamente feliz. Somos muito gratos pelo carinho que sempre teve e tem com nosso site.

Você é dos nossos!

Grande abraço!

Amigos do Blog do São Paulo
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“Quem tem teto de barro, não tem bola na grama”

 

Era 03 de outubro de 1954.

O Brasil era outro, a realidade de todos era outra. Não é exagero, também, afirmar que o mundo era outro. Sob o imperativo de contextualizar o(a) amigo(a) leitor(a), o escriba não deve se furtar ao relato da crise política vivida pela nação naqueles tempos, para a qual doará algumas linhas.

Getúlio Vargas havia sido eleito para governar o país em 03 de outubro de 1950, empossado em 31 de janeiro de 1951. Teve um governo político muito tumultuado devido às medidas administrativas que tomou e devido acusações de corrupção de membros do seu governo e pessoas próximas ao presidente que o atingiram em cheio. No dia 21 de agosto daquele ano, entre sete e meia e oito horas da manhã, ouviu-se um estampido seco. Era Getúlio que tombava, suicidando-se com um tiro no coração, segundo informações oficiais. Três dias depois, Café Filho assumiu a presidência. Um salseiro dos diabos!

Outubro de 1954, dia 03: chegaram as eleições para Prefeito e Vereadores. O cenário político fervia em todas as suas esferas. E no Condado não era diferente. A cidade se dividiu. Famílias se dividiram. As eleições diretas proporcionam tal engajamento, que é ainda maior em uma cidade pequena, de modo que o atrito de opiniões divergentes é quase inevitável, ainda mais em tempos difíceis como aqueles.

Mas, como sempre, no meio daquilo tudo, havia aqueles que davam de ombros para aquele caldeirão: os puros de coração, os pequeninos. O dia de eleições, para eles parecia dia de festa, muita gente nas ruas, vestindo suas melhores roupas, barracas vendendo comes e bebes, forasteiros (gente da justiça eleitoral, do cartório eleitoral, delegados de partidos políticos etc). Para eles, ninguém estava ali para cumprir com o dever cívico. Verdade seja dita: nem sabiam o que era o tal do “dever cívico”.

João, então com 8 anos, para aquele dia de eleições, que ele nem sabia direito o que significava, havia combinado com seus amigos um joguinho de futebol no campo que improvisavam nas terras do Sêo Vilarino. Um a um foi recrutando os amigos em suas casas. Rubens, Catolino, Luiz do Titio, Eliaquim, Batista, Betão, Luiz do Matias… João foi reunindo um a um. Os irmãos José Carlos e Ari já moravam no campinho e esperavam os demais, ajeitando as traves feitas de bambu. Eles eram também os responsáveis pela “manutenção” do past, digo, do gramado. Esperavam também os meninos que vinham de outras cidades em dias como aqueles, cujos pais votavam no condado. Era uma festa: times de cinco contra cinco revezavam-se para castigar aquele chão de grama batida, vez ou outra tomando “carreira” das vacas leiteiras que Sêo Vilarino mantinha no terreno. Era uma festa, porque as vezes o jogo parava para virar tourada. Talvez hoje percebam o perigo que era aquilo, também.

Pois bem, numa dessas trocas de turno, uma vaca malhada enorme cuja úbere rivalizava em tamanho com aquelas esferas de demolição, e que não à toa era chamada de Kombi por Sêo Vilarinho, desprendeu-se do rebanho e foi em direção ao campo, furiosa. Sacudindo o corpo tal qual um touro de montaria, eivou-se em coices e golpes de chifre no meio daqueles meninos, que corriam em direção à redenção, que naquele caso materializava-se numa cerca de arame farpados. Uns escorregavam por baixo, outros por entre os fios de arame e alguns até por cima da cerca varavam, no desespero de quem vê naquele quadrúpede malhado a “besta-fera” apocalíptica ceifadora de vidas. Talvez fosse, mesmo.

Todos escaparam. Impossibilitada de ceifá-los por causa da cerca, Kombi os atingiu em cheio, da forma mais dura e triste possível: correu em direção ao gramado e, num golpe só, ficou o chifre no chão e vazou a pelota de capotão. Quem estava ali naquele momento diz que o chão tremeu. Mas, certamente tremeu menos do que os corações daqueles mancebos. Um ar de lamentação se abateu naquele grupinho de meninos. Sentaram na beira da estrada, desolados, de costas para o campo enquanto ouviam ao fundo a Kombi “sapatear” na grama para livrar-se da carcaça de couro da bola murcha pendurada no seu chifre.

Nisso, passou de jipe Sêo Martinho, pai de João. Estranhando o abatimento do filho, questionou o que havia. O filho lhe relatou o ocorrido. O homem riu e disse: “Calma. Estou indo votar. Quando voltar, passo no armazém do Luiz do Gusto e encomendo uma bola nova para vocês.” Apesar de as partidas daquele dia terem se encerrado, os meninos vibraram com a possibilidade de jogar com uma bola nova, dali alguns dias. Já viram um gol chegando de jipe? Então, foi mais ou menos isso, tamanha a alegria daqueles meninos após a passagem do valente verde-oliva.

Sêo Martinho, fervoroso eleitor do Sr. Lourenço Costa, daqueles que decoravam a casa e o carro com as propagandas do candidato, votou em cima da hora. Voltou para casa para esperar o resultado em casa e se esqueceu de passar no armazém do Luiz do Gusto. João ficou “cabreiro”, mas não ligou. Afinal, podia deixar para o dia seguinte.

Naquele tempo, as cédulas com os votos eram levadas para o Cartório Eleitoral de Tatuí, cidade vizinha a Guareí, para apuração. Lá pelas 22:00, pelo rádio, veio o veredito: seu candidato havia sido derrotado. Sêo Martinho, entristecido, resignou-se.

Os adversários, vencedores, iniciaram a carreata. Dois carros e um caminhão, cheio de gente na carroceria. Eram os veículos que havia no Condado. Dois “Fordecos”, um de Sêo Titi e outro de Sêo Laelson e um caminhão Chevrolet de Geraldão, que seguiu pela Rua São Paulo abarrotado de gente fazendo festa e soltando rojões.

Passaram pela casa de João e Sêo Martinho, ainda com bandeiras e propagandas do derrotado e não titubearam: fizeram troça do eleitor de Lourenço Costa… Bombardearam o telhado da casa com rojões e morteiros de festa. Era caco de telha para tudo quanto fosse lado.

Da sala da casa, Dona Maria, esposa de Sêo Martinho, olhou para cima e viu o céu estrelado. Chorou. Cida e Dirce, as filhas, a abraçaram, como que consolando e buscando consolo. Enxugando as lágrimas com o avental ainda sujo de ovo, sugeriu que fossem à cozinha, comer o bolo de fubá que acabara de ficar pronto. Foram. João passou correndo, assustado, indo em direção ao pai que, já contabilizando o estrago, sentenciou: “Filho, quem tem teto de barro não tem bola na grama”. Apesar da tristeza, por tudo o que estavam passando naquele momento, cada um com seu motivo, riram até doer a barriga, do provérbio criado pelo pai.

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Com incômodo na coxa esquerda, Rafael Toloi não enfrenta o Emelec

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O São Paulo tem um desfalque de última hora para a partida desta quinta-feira, contra o Emelec, às 20h15 (horário de Brasília), no Morumbi, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. O zagueiro Rafael Toloi sentiu dores na coxa esquerda e acabou vetado pelo departamento médico. O defensor já iniciou tratamento no Reffis e não tem previsão de retorno aos gramados.

Toloi treinou normalmente na tarde de terça-feira. Após o trabalho, ele reclamou de um incômodo no local. Como as dores permaneceram de um dia para o outro, ele seguiu para o departamento médico. Por enquanto, nenhum exame de imagem foi realizado. Se o quadro não evoluir nos próximos dias, isso deve acontecer.

O defensor vivia boa fase até sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda no clássico contra o Corinthians, que o deixou longe dos campos por quatro semanas. Voltou diante do Bahia, no estádio do Morumbi. Sem o titular, Antônio Carlos ganhará nova chance entre os titulares e formará dupla com Edson Silva.

Fonte: globo.com

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Após ter recusado o Cruzeiro, Michel Bastos se diz feliz no São Paulo

Michel Bastos chegou ao São Paulo em agosto. O time vivia um momento de turbulência na temporada. Havia sido eliminado da Copa do Brasil para o Bragantino. Na época, pouco antes de acertar, o meio-campista havia sido procurado pelo Cruzeiro, que hoje lidera o Campeonato Brasileiro e está na semifinal da Copa do Brasil. Mesmo assim, o camisa 7 garante: fez a opção certa e se sente feliz da vida no clube do Morumbi.

– Tive proposta do Cruzeiro, sim. Sinceramente, soube que não iria me arrepender. Estou feliz para caramba, aqui é um recomeço. Estava nos Emirados Árabes, fui para a Itália. Foi um ano de muitas mudanças para mim. Escolhi o São Paulo pela qualidade do grupo, porque briga por títulos e porque saberia que poderia me encaixar. Estou conseguindo ajudar bastante. Está sendo um prazer jogar aqui – afirmou.

O São Paulo briga em duas frentes na temporada. É o vice-líder do Campeonato Brasileiro, com cinco pontos de desvantagem para o Cruzeiro. Na Copa Sul-Americana, o time está nas quartas de final e briga pelo bicampeonato. Por isso, Michel Bastos afirma: apesar do cansaço e da sequência de jogos, é hora de se sacrificar.

– Os melhores jogos que fizemos foi quando todos correram e lutaram. Agora é o momento de deixarmos certas coisas de lado. Todos têm de estar preparados, independentemente de quem vai jogar. É hora de dar o máximo até não dar mais. Até o final, é sacrifício, não tem jeito. As dores e o cansaço são normais. Hoje, não tenho coragem de chegar ao Muricy e pedir para não jogar – afirmou.

Além de muita vontade dentro das quatro linhas, Michel Bastos receita inteligência fora de campo.

– Quando aparecer a oportunidade, o negócio é descansar, colocar o pé para cima. É uma sequência que vai desgastar. Mas estamos brigando por dois títulos e vamos com tudo – finalizou.

Fonte: globo.com

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Coluna do José Renato: Para enfrentar os Mineiros, apenas nós, Tricolores

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Confesso que sempre tive certo apreço pelos mineiros.

Graças a eles, nasci em São Paulo.

Explico…

Minha família toda é cearense.

Em 1932, meus avós moravam em Fortaleza.

O pai de um deles foi convocado para compor as tropas federais, do presidente Getúlio Vargas, que lutariam em prol da unicidade federal frente os paulistas e mineiros.

Não foi preciso.

Chegando ao Vale do Paraíba, meu bisavô e seus colegas foram informados que o governador mineiro, Olegário Maciel, resolvera aderir as tropas de Getúlio Vargas.

Resultado… sem o apoio mineiro, os paulistas foram derrotados.

Por conta disso, a ideia separatista fracassou.

Continuamos Brasil.

Cerca de 30 anos depois, meus pais se mudariam do Ceará para São Paulo.

Nasci em São Paulo.

Tenho muito orgulho do sangue nordestino que corre nas minhas veias.

Mas igualmente da cidade que meus pais escolheram para mim.

Sou um autêntico cearense nascido na cidade que emprestou seu nome ao maior clube de futebol.

É… temos o nome de uma das maiores cidades do mundo e do maior dos estados, não de uma estação de Metro.

Sempre grato aos mineiros.

Até que em 5 de março de 1978, teríamos que enfrentar os mineiros novamente.

Caberia ao Tricolor, mostrar a eles a força da bandeira de três cores.

Apesar de ter feito uma boa campanha, com apenas 4 derrotas, o São Paulo estava longe de ser indicado como eventual campeão brasileiro de 1977.

Tinha pela frente, na final, o invicto Atlético Mineiro, um grande time com estrelas do nível de João Leite, Toninho Cerezo e Paulo Isidoro.

É verdade que o Galo Mineiro estava desfalcado de seu grande ídolo, Reinaldo, artilheiro absoluto do campeonato com 28 gols em 18 jogos.

No entanto, o maior astro tricolor, Serginho, também estava ausente.

Aliás, nem tanto…

Atendendo uma ligação de Muricy, Serginho foi levado ao estádio do Mineirão.

Junto a imprensa, foi divulgada uma “barriga”: Serginho vai a campo.

Pura bravata.

A verdade é que os jogadores do Atlético acreditaram nisso até os últimos momentos.

Foi muito para eles.

De qualquer forma, o cenário estava pronto.

O público superior a 100 mil pessoas era quase que totalmente formado por mineiros atleticanos.

Vingamos nosso estado, ainda inconformado com a desistência, em cima da hora, dos mineiros em 1932.

Para a surpresa geral, o Mineirão teve o seu dia de “Maracanazo”.

O São Paulo foi valente e com uma raça fora do comum “arrastou” um 0 a 0 durante o tempo regulamentar.

Coube a Chicão impor seu estilo e fazer os adversários tremerem em seu próprio campo.

A decisão foi para os pênaltis.

No começo da disputa o Atlético levou vantagem, graças ao espetacular goleiro mineiro, João Leite.

No entanto o tricolor tinha Waldir Peres, que mesmo sem defender nenhuma cobrança, desestabilizou o jovem time mineiro.

Os mineiros perderam três penalidades.

No final, 3 a 2 para o São Paulo, e o Brasil era Tricolor pela primeira vez.

Os mineiros jamais foram os mesmos.

E desde então, em boa parte das vezes, distantes dos paulistas.

Ultimamente, mais que nunca.

 

Por: José Renato Sátiro Santiago.

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Em alta, Michel Bastos diz que ficaria surpreso se fosse barrado por Muricy

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Destaque na vitória sobre o Goiás por 3 a 0 ao dar as assistências para os gols de Edson Silva, Luis Fabiano e Alan Kardec, Michel Bastos vive ótimo momento no São Paulo. Constantemente elogiado por Muricy Ramalho, o atleta agradou não só pela sua qualidade técnica, mas pelo fato de atuar em várias posições. No Tricolor, ele já jogou como meia, volante, atacante e lateral-esquerdo. Mesmo assim, ainda não pode ser considerado titular inquestionável.

Na quinta-feira, contra o Emelec, o camisa 7 ocupará a vaga de Luis Fabiano. Mas, quando o time estiver completo, ele espera continuar na equipe. Tanto que, ao ser questionado como iria encarar se voltasse ao banco de reservas, não titubeou.

– Não vou mentir, ficaria um pouco surpreso. Quero sempre jogar. Venho trabalhando forte, mostrando um bom futebol. Sempre vou respeitar a decisão do treinador, isso é certo. Mas, pelo que venho fazendo, venho trabalhando, me sentiria um pouco surpreso. Ficaria triste pelo fato de não jogar – afirmou.

Michel Bastos mostrou personalidade na entrevista coletiva. Não fugiu de nenhuma pergunta e deixou claro que, apesar dos craques que existem no Tricolor, vai brigar pelo espaço.

– Vim aqui para jogar. Concorrência, quando você joga num clube grande, é normal. É certo. Hoje eu cheguei ao São Paulo com jogadores como Ganso, Pato, Kardec. Para encontrar espaço, só com muito trabalho e dedicação. Vim para ser titular. Estou mostrando que tenho condições para isso. Quem decide é o Muricy – afirmou.

Fonte: globo.com

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Maior vencedor no futebol mundial, Ceni sonha: ‘ Quero parar campeão’

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Rogério Ceni não cansa de quebrar recordes. O resultado de 3 a 0 contra o Goiás, na noite desta segunda-feira, no Morumbi, trouxe mais um feito na carreira do capitão do São Paulo. O goleiro se tornou o jogador mais vencedor do futebol profissional de todo o mundo, ultrapassando o ex-atleta galês Ryan Giggs, do Manchester United (ING), chegando a marca de 590 triunfos. Apesar da conquista individual, o Mito quer despedida dos campos com título coletivo.

– Estou parando. Quero parar campeão, mas essas marcas individuais são muito bacanas, mas nada mais é do que continuidade de trabalho, jogo a jogo, isso é natural. Qualquer um que jogar 20 anos em um mesmo lugar vai bater marcas, o difícil é você se manter no mesmo lugar, com mesmos objetivos, gana. Agradeço a Deus por me proporcionar isso – disse o camisa 01 são-paulino.

Apesar de diminuir a vantagem do líder Cruzeiro para apenas cinco pontos (61 a 56), Rogério prega cautela. Apesar das dificuldades, capitão quer Tricolor em alto nível de competitividade e não abrindo mão da caça à Raposa.

– Com vitórias você trabalha com o lado psicológico mais leve, fácil. Claro que o cansaço conta, mas tem como rodar o elenco. Luis (Fabiano) jogou o tempo todo. Kardec saiu. Osvaldo entrou. Maicon entrou. Toloi voltando. Então acho que o Muricy vai acertando, arrumando o time, e temos 17, 18 jogadores, jovens chegando. temos que manter o nível de competitividade. Campeonato brasileiro é disputado. Os times com 51 pontos para cima estão brigando. Nós não podemos abrir mão. Mesmo se não alcançar o Cruzeiro, temos que vencer para chegar até o fim brigando pelo g4 – concluiu Ceni.

O São Paulo agora tem a Copa Sul Americana pela frente. O Tricolor recebe o Emelec (EQU), na próxima quinta-feira, às 20h15, no Morumbi, pelo primeiro duelo das quartas de final da competição

Fonte: Lancenet

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Sou, Sou Tricolor: Cadê o marketing para a despedida do M1to?

banner_sou_tricolor_2Caros amigos, o fim está próximo.

Alguém avisa o Aidar, Ataíde Gil Guerrero, Casares e companhia, que o maior jogador de nossa história se aposenta no final do ano.

Que saudades que eu tenho do São Paulo pioneiro, que costumava andar uns 2 ou 3 passos a frente da mediocridade do restante dos clubes brasileiros. O primeiro a montar centro de reabilitiação de atletas, a acreditar que era possível repatriar grandes jogadores da Europa, a dar estruturar as categorias de base, entre tantos outros exemplos.

Não sou do tipo pessimista. Sei que mesmo tendo parado um pouco no tempo, ainda assim o Tricolor segue no topo do futebol brasileiro, e não vejo essa situação mudando nas próximas décadas. Mas, em se falando de marketing/pioneirismo especificamente, a direção tem deixado a desejar.

No cenário mais promissor possível, Rogério Ceni fará ainda 13 partidas oficiais antes de encerrar a carreira, 7 pelo Brasileirão e 6 pela Sulamericana. 13 jogos, que podem se tornar 9, caso o São Paulo não passe pelo poderoso Emelec. Isso para não falar de possíveis lesões e suspensões de nosso capitão.

Não vou me alongar aqui sobre feitos, títulos e recordes do nosso ídolo. Apenas digo que, na minha opinião, se somarmos qualidade, conquistas, representatividade e identificação com o clube, Rogério Ceni está no mesmo patamar do que Pelé foi, se não para o planeta, para os times que mais defenderam na carreira.

Ações de marketing neste final de carreira serviriam não apenas para homenagear Ceni, com também para dar angariar lucros para o clube.  Até agora, a única coisa concretamente anunciada pela direção foi uma camisa comemorativa, a ser usada pelo goleiro nos últimos jogos oficiais. Muito pouco.

Tentou-se inverter os mandos de jogos contra o Sport Recife, nosso último adversário no Brasileirão, para que o último jogo oficial fosse no Morumbi. Nada feito. Falam em trazer o Liverpool ou o Milan (??) para a partida de despedida. Além de difícil, para não dizer impossível, penso no presente de grego que seria trazer uma das duas equipes, que bem ou mal estão entre as maiores forças do futebol mundial, para o último jogo de Ceni.

Não tenho formação em marketing, e não sei que tipo de ações poderiam ser tomadas. Mas sei que o fato está muito subexplorado, não sei se por falta de competência ou de visão sobre a importância de Ceni na nossa história.

Que tal se, em cada um dos últimos jogos, Rogério usasse uma camisa-réplica correspondente a cada uma das épocas em que ele atuou no Tricolor, do uniforme de reserva de Zetti até a do título da Sulamericana 2012, passando pelas que ele mesmo desenhava, no início dos anos 2000? Que tal um jogo de despedida no ano que vem, entre um time escalado por Ceni como a seleção dos melhores com que ele atuou no Tricolor, contra uma equipe recheada de adversários clássicos – Fábio (Cruzeiro), Júlio César (ex-SCCP), Gaona (ex-Rosário Central), Adinam (ex-União São João), Gerrard (mais simples do que trazer todo o Liverpool), ou sei lá quem mais? Que tal um documentário sobre a carreira de Rogério Ceni, e um DVD sobre os seus últimos jogos?

Apenas ideias, de um são-paulino incomodado, que passou menos de 10 minutos pensando no que fazer para retribuir a dedicação de Rogério Ceni. Já é hora da direção arregaçar as mangas e se deitar sobre o projeto. Faltam 13 jogos…

Wagner Moribe

 

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Análise BR14 – SPFC 3×0 Goiás/Notas, Bola Cheia e Bola Murcha

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Numa noite agradável de um dia atípico, o Tricolor recebeu o Goiás , um adversário duríssimo de enfrentar , fato comprovado através de recente histórico.

A expectativa? Vitória. Nada mais poderia ser admitido. Seria a hora de provar se o time queria mesmo alçar altos vôos ou se matar para conseguir uma vaga na Libertadores.

E logo aos dois minutos, em cobrança de falta de Michel Bastos, nosso ilustre zagueiro Edson Silva, o ‘Ronaldão Negro”, subia mais que todo mundo pra marcar de cabeça. Que alegria!!!

E nem perdemos muito tempo comemorando o primeiro gol. Logo já veio o segundo , dos pés de Luis Fabiano, que aproveitou saída errada de Amaral. Azar deles. Sorte nossa!  Curiosidade: Luis Fabiano chegou a 100 gols em Campeonatos Brasileiros. São 97 pelo São Paulo e três pela Ponte Preta.

Depois de um começo eletrizante, nosso Tricolor passou a trocar passes enquanto o Goiás pouco fazia. Rendeu-se ao susto inicial e deixou o São Paulo mandar no jogo. RC ia de longe assistindo ao espetáculo.

Com 25 minutos os jogo ficou um pouco mais morno. O Goiás passou a avançar um pouco em busca da meta mas sem efetividade alguma, enquanto o São Paulo administrava o bom resultado.

Mais para o final o alviverde goiano saia do marasmo para pressionar. Porém a zaga estava atenta, principalmente Edson Bastos que tirou o que pode , afastando o perigo de nossa meta.

 

No finalzinho do primeiro tempo ainda tivemos um belo ataque. Michel Bastos aciona Hudson pela direita. O lateral corta o marcador, invade a área e, na hora do chute, é travado por Jackson. E assim terminou a primeira etapa do jogo.

 

E o segundo tempo iniciava com um jogo mais equilibrado, com boas disputas no meio de campo para ambos os lados. Algumas arriscadas às metas mas sem efetividade.

 

A apatia de sempre parecia que tomaria conta. Aquele velho fantasma de “faz um(nesse caso, 2) gol e para de jogar”teimava em rondar nosso time mas dessa vez não! Dessa vez foi diferente. Após cobrança de escanteio de Michel Bastos(mais uma vez ele), Alan Kardec cabeceava e marcava para nosso alívio e comemoração. Tricolor 3 x 0 Goiás. Este , assim que fez o gol , fora substituído por Osvaldo. Sei lá eu por que mas na cabeça do Muricy só manda ele mesmo.

O Tricolor continuou mandando no pedaço e não dando espaços ao Goiás, que a cada tentativa de reação, ganhava de presente um contra-ataque nosso.

 

Para segurar o jogo e poupar titulares, MR trocou Souza por Maicon e Michel Bastos por Ademilson. A essa altura a partida já estava praticamente liquidada.

 

Ainda houveram mais duas chances, cá e lá, e dava-se o apito final. Belíssima e importante vitória, mostrando que estamos focados e seguindo um caminho. A diferença para o líder diminuiu e o campeonato ficou ainda mais emocionante. Que venha muito mais.

 

Menção honrosa para um novo recorde de Rogério Ceni. 590 vitórias por um mesmo clube. Só ele mesmo. E com méritos.

 

Avante Meu Tricolor!

 

Frase do dia: “Finalmente os adversários poderão dizer que o Tricolor já jogou numa segunda” – Juvenal Juvêncio Fake

 

 

 

NOTAS 

São Paulo 3 X 0 Goiás

Rogério – Não teve trabalho, a equipe adversária praticamente não levou perigo a meta do nosso goleiro.  NOTA – 7,0

Hudson – Boa atuação, fez o dele tanto na defesa quanto no ataque. Deixar o Auro no banco é compreensível, mas deixar também o Hudson para a entrada do Paulo Miranda é insistir em erro. O Hudson sempre que entrou nessa posição deu conta do recado.  NOTA – 7,5

Antonio Carlos – Não se sente a vontade jogando pelo lado direito da defesa,  já jogou melhor pelo outro lado. Apenas um erro ou outro mas não comprometeu.  NOTA – 6,0

Edson Silva – Uma das melhores partidas pelo SPFC. Jogou sério e deu segurança a defesa. Teve atuação coroada pelo gol.     NOTA – 8,0

Álvaro Pereira – Boa partida, fez o dele atrás e foi à frente dando boas alternativas ao ataque.  NOTA – 7,0

Denílson – Eficiente. Fez bons desarmes, só  peca nas subidas ao ataque.  NOTA – 7,0

Souza – Já fez partidas melhores, mas fez o dele, fechou bem a defesa e cumpriu com a sua missão.  NOTA – 7,0

Ganso – Dá gosto ver esse jogador em campo, com toques inteligentes, refinados.  As vezes some do jogo mas com a bola nos pés mostra uma classe impressionante.  NOTA – 7,5

Michel Bastos – Excelente jogador e vai ser importantíssimo no ano que vem, substituindo Kaká.  Atua bem em ambos os lados do campo, tem boa visão de jogo e participa bastante das jogadas de ataque, finaliza bem. Hoje foi o melhor do time. NOTA – 9,5

Alan Kardec – Ainda meio “preso” dentro de campo. Já teve atuações mais destacadas. É bom jogador mas não está em boa fase, principalmente com essa função de voltar, dar combate ao adversário e jogar mais pelos lados do campo, e que parece até sem preparo físico para desenvolver tais funções.  Que o gol de hoje lhe faça bem. NOTA – 7,5

Luís Fabiano – O artilheiro de sempre.  Merece o  respeito do torcedor tricolor. Pode ser instável emocionalmente, mas um exímio “matador”  NOTA – 7,5

Osvaldo – Não tem jogado bem e faz tempo. Mesmo entrando durante o jogo, não consegue impor melhor velocidade frente a jogadores já desgastados na partida.  NOTA – 6,0

Maicon –  O de sempre. Quando faz uma excelente jogada, tem  uma finalização pífia. NOTA – 6,0

Ademílson – Pouco tempo em campo.  Sem nota.

 

Muricy  Ramalho – Conseguiu fazer com que o time todo marque a saída do time adversário. Várias vezes pudemos ver Ganso, Kardec  e até L. Fabiano voltando para dar combate antes do meio de campo.

Dos jogadores que tinha disponível, escalou bem o time hoje, se bem que foi ajudado pela ausência forçada do Paulo Miranda, que o obrigou a colocar o Hudson, que estava bem naquela posição antes do treinador inventar de tirá-lo.

Hoje não fez pirotecnias nas substituições e não conseguiu atrapalhar muito, como costuma fazer. NOTA – 7,0

 

Bola Cheia – Público de 32.000 pessoas que compareceu no estádio numa segunda-feira.

Recorde de 590 vitórias pelo mesmo time do ídolo R. Ceni.

Kardec, L. Fabiano e Edson Silva pelos gols.

Michel Bastos pela excelente partida.

Bola Murcha – Zanca que não comparece no blog nos horários de jogos.

 

Análise: Kátia Firmino

 

Notas, BM e BC : Márcio Maciel

 

 

 

 

 

 

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