Versátil e em alta, Hudson agradece respaldo de Muricy

Hudson

Cada vez mais, sempre seguro e eficaz na marcação, o versátil Hudson vai se firmando na equipe são-paulina e conquistando o seu espaço entre os titulares. Aposta do técnico Muricy Ramalho na lateral direita, o camisa 25 agradeceu a confiança do treinador e pôde festejar mais uma grande atuação pelo Tricolor. Na noite da última quinta-feira (30), no Morumbi, o marcador balançou as redes pela primeira vez no São Paulo e deu a assistência para o gol de Antonio Carlos.

Volante de origem, Hudson ganhou destaque pelas beiradas do campo e recebeu mais oportunidades com o comandante. “Não tenho preferência por posição. Minha preferência é em ajudar o São Paulo. Na verdade, o Muricy sabe o que é melhor para o time, e onde eu posso render mais e ser útil. Meu dever é estar sempre disponível e preparado para quando ele precisar”, avaliou o defensor, que acrescentou.

“A sequência na lateral me ajudo bastante, porque consegui me adaptar ao setor. Já consigo desenvolver melhor a função. A confiança do Muricy também foi fundamental para que isso acontecesse, e estou feliz que as coisas têm dado certo”, festejou Hudson, que no decorrer do duelo contra os equatorianos foi deslocado para o meio de campo após a saída de Maicon.

De acordo com o jogador, o trabalho desenvolvido pelo treinador foi fundamental para que as chances fossem aparecendo. “O Muricy passa muito bem as instruções. Ele não me compara aos outros jogadores, mas diz o que devo fazer dentro de campo. Então, tento seguir as orientações dele da melhor maneira possível”, finalizou.

Vale lembrar que no triunfo sobre os equatorianos, aos 34 minutos do primeiro tempo, Paulo Henrique Ganso deu grande passe para Kaká na área, mas o camisa 8 se enrolou na marcação. Hudson, de pé esquerdo na sobra, apareceu de surpresa para bater prensado. A bola foi lentamente para as redes e anotou o segundo gol da equipe são-paulina na partida, que vencia por 1 a 0 com gol de Michel Bastos.

Fonte: Site Oficial

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Tricolor no Futsal – Driblando curto com Cleiton

FutsalE ai, pessoal, tudo certo?

Semana passa, por um pequeno problema, não tivemos a coluna do Futsal. Infelizmente, as notícias não são as melhores…

Liga Paulista – Quarta Rodada do Grupo B – FIB/São Paulo 0 x 1 Jacareí Futsal

Quem viu o jogo, tinha certeza, até o penúltimo segundo, que seria, no mínimo, um empate e manteríamos vivas as esperanças de uma classificação. Mas não aconteceu.

Jogando muito bem, organizando o jogo, tocando bem, pecamos, mais uma vez, na finalização. No primeiro tempo, era ataque contra defesa, com o time de Jacareí recuado, buscando um contra ataque que encaixasse.

Aos 14 do primeiro tempo, a única chance do time de Jacareí, cara a cara com nosso goleiro Luccas, Thiago chutou pra fora, evitando uma injusta vantagem para o time visitante.

No segundo tempo, o jogo continuou como terminou o primeiro, com o São Paulo atacando e o Jacareí se defendendo. Aos 13, Junior Chaló, também teve sua oportunidade cara a cara, chutando acima do travessão a chance de abrirmos o placar.

No final do jogo, o técnico do São Paulo resolve colocar o Ala Fininho como goleiro linha. Não sei se ficar criticando uma jogada “zica” o jogo, mas acreditem, faltando 1 segundo para o fim, Henrique, da equipe de Jacareí, chutou de seu campo de defesa, a bola encobriu todo mundo e morreu no fundo da rede.

Análise

Pois é… não tem muito o que falar. No final do jogo, ao invés de tentar segurar o empate, que nos daria 4 pontos, mesma pontuação do Jacareí, onde ficaríamos aguardando o último jogo, o técnico opta pela jogada que nunca deu certo, goleiro linha.

Não entendo um time que tem deficiência em fundamentos utilizar tanto essa jogada, que tem muito mais revés do que eficiência. O doloroso foi tomar o gol faltando 1 segundo.

Agora é pensar no futuro, temos ainda a Copa Paulista, um campeonato com as equipes que não se classificaram na primeira fase e os eliminados na segunda, disputando um torneio que ainda podemos ser campeões para salvar o ano.

Atualização: Na quinta à noite, dia 30, os times do grupo do São Paulo se enfrentaram e empataram. Mesmo que tivéssemos empatado o jogo, estaríamos fora da mesma forma.

Ainda não foram marcados os jogos da segunda fase da Copa Paulista, que entraremos na segunda fase, pois a primeira ainda não terminou.

Iniciamos agora, a ultima chance de comemorarmos um título no Futsal, e, para variar, eu acredito!!!

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Coluna do Pastor : Base

 

Convocação Sub 17: A seleção brasileira sub 17 foi convocada para jogar duas competições em Novembro, uma será o Quadrangular de Seleções no Chile, dos dias 18 a 22 de Novembro e o torneio Nike Friendlies, do dia 28 ao dia 2 de Dezembro. A seleção convocou apenas garotos do ano de 1998(16 anos) e o representante do tricolor será Caíque Maria, lateral esquerdo de ótima técnica e apoio ao ataque, e que ficou bem conhecido na época da copa do mundo por se destacar nos treinamentos da Colômbia na copa do mundo, aplicando diversos dribles pelo time sub 16 do tricolor que ajudava nos treinamentos. Caíque é nome constante na seleção e uma das grandes apostas da lateral tricolor.

 

Sub 15: O excepcional time tricolor jogou contra o Ituano fora de casa, pelo primeiro jogo das quartas de final e não teve nenhuma facilidade. Jogando bem postado e marcando bem, o time de Itu pressionou o tricolor e fez um bom jogo, e teve ainda o azar de ter um gol mal anulado no último lance da partida. O São Paulo venceu por 1 a 0. Apesar do bom jogo do time da casa e da marcação bem feita, o São conseguiu criar ainda boas jogadas, e o gol da vitória começou em uma linda jogada entre o melhor jogador do tricolor na partida, o lateral direito Felipe Pavaneli que tocou para o meia armador Caio Felipe, que devolveu de letra, Felipe cruzou e João Kiefer conseguiu concluir para as redes, marcando seu 9° gol na competição, artilheiro isolado do clube. O Ituano teve mais uma vez suas principais jogadas através do bom armador Pedro Conca, chamado por esse apelido graças à técnica e o estilo de jogo parecidos com o meia argentino. O time tricolor só será eliminado se perder por dois ou mais gols de diferença, já que fez a melhor campanha entre os dois times nas outras fases.  O jogo de volta acontecerá em Cotia no próximo Sábado, dia 1° às 9h da manhã.

 

Sub 17: Devido à impossibilidade de jogar no Anacleto Campanela, o time tricolor foi obrigado a jogar em um campo ruim, impedindo assim o principal estilo de jogo do time que é o toque de bola, mas isso não foi motivo pra atrapalhar o time que conseguiu uma excelente vitória por 3 a 2 fora de casa. O jogo foi marcado por falhas das duas zagas e gols dos zagueiros dos times. O tricolor saiu na frente depois de um pênalti cometido pelo zaga do São Caetano, Felype Hebert deslocou o goleiro e fez o primeiro gol da partida. Porém pouco tempo depois em cruzamento na área, a zaga tricolor falhou e Alefe fez o gol de empate. Aos 44 em nova cobrança de escanteio mais uma falha da zaga tricolor, Alefe cabeceou forte, o goleiro Lucas fez grande defesa, mas na sobra o zagueiro fez mais um, virando o jogo pro São Caetano. O empate do tricolor veio nos acréscimos, também na bola aérea e também com erro dos zagueiros, Marlon subiu após cobrança de lateral e empatou, 2 a 2. A partir daí só deu São Paulo no jogo, e a superioridade foi confirmada próximo ao fim do jogo, quando O zagueiro Rony aproveitou cobrança de escanteio e cabeceou pro meio da área, Guilherme apareceu sozinho e virou o jogo pro tricolor. Com o resultado o time pode perder por um gol de diferença que estará classificado graças a melhor campanha feita. O próximo jogo acontece em Cotia, às 10h45 deste Sábado.

 

Sub 20: Em mais um jogo ruim pelo paulista, a equipe sub 20 tricolor conseguiu ser eliminada ainda nas oitavas de final da competição. O time que perdeu propositalmente pra cair no lado mais “tranquilo” da chave, não conseguiu fazer uma boa partida e agora se focará apenas na Copa do Brasil Sub 20. O jogo com o Grêmio Osasco, do qual o tricolor tem sido freguês acabou em 0 a 0 e como o time adversário tinha a vantagem do empate passou de fase. O primeiro tempo foi de muita posse de bola do Osasco e chegadas mais ofensivas da parte deles. O São Paulo não conseguia encaixar passes e quando conseguia chegar ao ataque, sentia a falta de seu principal atacante, Joanderson, que machucado não pode jogar. No segundo tempo o time teve uma pequena melhora, mas o Osasco ainda conseguia ser superior, perdendo inclusive 2 grandes chances claras de matar a partida. O São Paulo teve a sua grande chance em uma das ultimas jogadas quando Luís Araújo recebeu sozinho na área pela esquerda da zaga, mas bateu mal e perdeu a chance de classificar o tricolor.

 

Copa Do Brasil Sub 20: Em um jogo difícil contra a boa equipe do Bahia, o São Paulo conseguiu arrancar um empate por 1 a 1 fora de casa e agora joga no Morumbi pelo empate em 0 a 0 ou por uma vitória simples. Um dos melhores jogadores da competição, Jeam, atacante do Bahia que já marcou ate pelo profissional, mostrou nesse jogo o quanto tem poder ofensivo e foi um dos principais responsáveis pelas ações do tricolor de aço no primeiro tempo, porém, sempre parando nas grandes defesas do goleiro Lucas Perri, melhor jogador tricolor em campo. No segundo tempo o técnico Menta mais uma vez mostrou a sua qualidade, e após a conversa no vestiário o time do Morumbi mudou de mentalidade e começou a atacar mais o Bahia, porém sem êxito. Aos 16 minutos entrou no time baiano o garoto que mudou o jogo pra eles, Lourival, autor de mais de 120 gols na base, de muita velocidade e movimentação. 3 minutos após entrar no jogo, Inácio, lateral do tricolor, fez mais uma gracinha próxima da área, mas dessa vez o time do Bahia se aproveitou, Lourival recebeu, e se jogou quando Lucas Perri saiu do gol, ganhando um pênalti pro tricolor baiano. Lourival pediu pra bater e em uma bela cobrança fez 1 a 0 pro time da casa. Porém o técnico Menta mostrou ter estrela e colocou dois jogadores, que em 5 minutos mudaram o placar. Gabriel Machado, lateral esquerdo tricolor entrou pra ajudar na marcação e adiantar Inácio. Pouco depois entrou Pedro Bortolluzo. E na primeira vez que os dois pegaram na bola, saiu o gol tricolor. Gabriel cruzou na medida pra que Pedro aos 46 minutos empatasse o jogo e garantisse uma pequena vantagem pro tricolor. O jogo da volta acontece no dia 6 de Novembro, às 20h.

 

Dúvidas criticas e sugestões no e-mail: romulojor@gmail.com

 

 

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Análise Sulamericana 14 : SPFC 4×2 Emelec

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Em mais um compromisso da semana, o Tricolor recebeu na Sacrossanta Casa o equatoriano Emelec com a missão de ganhar com a maior diferença de gols possíveis e ir com vantagem para Guayaquil.

Jogo começou complicado, pegado. Emelec veio cheio de vontade e marcando muito forte, criando um bloqueio que impedia o Tricolor de jogar.

Porém, aos 12 minutos, conseguimos furar essa retranca. Em bola ajeitada para Kaká, que devolveu para Maicon e tocou para ele, de novo ele , Michel Bastos que no primeiro chute a gol marcou com categoria. 1x 0 Tricolor!

 

Após o gol o Emelec voltou a retrancar e arriscar lances perigosos . Do  lado deles, um chutaço de Herrera defendido por RC. Do nosso, Michel Bastos recebeu de Kaká e partiu para o ataque mas o juiz deu impedimento.

A partir daí foi um festival de faltas, de impunidade (sim, o juiz foi omisso, principalmente quando favorecia ao Emelec). O jogo passou a ficar preocupante, principalmente pensando na partida de volta já que o risco de perdermos jogadores era grande.

Mas aí aos 35, quanta alegria! Ganso deu passe para Kaká na área, que se enrolou na marcação. Porém Hudson, de pé esquerdo, apareceu para bater prensado. E gol. E mais um. 2 x 0 Maior do Mundo!

 

E não parou aí. Aos 44, com passe de Ganso para Kaká , que viu Allan Kardec livre, marcamos o terceiro.

 

O Tricolor foi infinitamente superior ao time equatoriano. Em técnica, forma de jogar…tudo mesmo! Ao Emelec coube apenas retrancar e bater.

 

E assim terminamos a primeira etapa deste belo jogo, até aqui.

 

Voltamos para a segunda etapa sendo “bombardeados” pelo Emelec. E logo aos 2 minutos em falha da zaga e (de certa forma) do goleiro, Herrera marcou para o time equatoriano. Mal, muito mal esse reinício de jogo! 3×1 Tricolor!

 

Tricolor voltou mal demais para o segundo tempo. Praticamente irreconhecível. E isso se confirmou aos 9 minutos em mais um gol equatoriano. Gol de Mena.Preocupante.

 

O jogo ficou pegado, difícil mesmo. Impressionante termos transformado algo tão simples em complicação e dificuldade. Enfim, seguimos.

 

E aos 24 minutos, veio o alívio. Em cruzamento de Hudson , Antonio Carlos, de cabeça, marcou para nos tirar do sufoco. 4×2 Tricolor melhor do Mundo.

 

Depois disso voltamos a passar aperto. O Emelec, sem responsabilidades, veio pra cima. E aos 37, Rogério Ceni defendeu milagrosamente chute a queima-roupa de Bolaños. UFAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Tricolor melhor no final da etapa, indo bem mais para cima , encarando a marcação chata do Emelec. E aos 48 o péssimo juiz Enrique Cáceres, apitou o final da partida.

 

Poderia ter sido mais amplo o placar mas a vantagem de dois gols é nossa. Lá a parada será dura mas temos totais condições de voltar com a vaga na mala.

 

AVANTE MEU TRICOLOR!

 

NOTAS 

São Paulo 4X2 Emelec

 

 Rogério – Boa defesa no primeiro tempo e outra no segundo.  PARA MIM, foi mal no primeiro gol do Emelec.  NOTA – 7,0

Hudson – Boa atuação mais uma vez, de novo deu conta do recado e ainda fez gol.  NOTA – 7,5

Paulo Miranda – De zagueiro dá alguns sustos, como sempre.  De lateral, piora, pois dá calafrios.  NOTA – 4,3

Edson Silva – Não repetiu a boa partida anterior. Inseguro e falhou no segundo gol do adversário.   NOTA – 6,0

Álvaro Pereira – Fez o dele atrás e foi menos à frente do que o normal, não dando boas alternativas ao ataque, mas precisa jogar mais.  NOTA – 6,0

Maicon – Uma falta grotesca no primeiro tempo, com direito a cartão. No mais, o de sempre, jogador fraco, mas que conta com a simpatia quase que apaixonada do treinador.  NOTA – 5,0

Souza – Melhor que no jogo anterior. Fez o dele, fechou bem a defesa e cumpriu com a sua missão. Bom jogo.  NOTA – 7,0

Ganso – Craque. Quando tem a bola nos pés, é um maestro, precisa se ligar mais o jogo todo, pois as vezes dá umas sumidas, mas quando está ligado é fera.  NOTA – 8,0

Michel Bastos – Excelente jogador.  Atua bem em ambos os lados do campo, tem boa visão de jogo e participa bastante das jogadas de ataque, finaliza bem. Hoje de novo foi o melhor do time e fez gol. NOTA – 9,0

Alan Kardec – Continua meio “preso” dentro de campo mas hoje esteve mais a vontade. Jogou no meio, caiu para os lados e foi bem. Ótimo jogador, que se doa ao time. Não procura individualismos. NOTA – 7,5

Kaká – Boa movimentação, bons passes no primeiro tempo, mas abaixo do que se espera de um jogador como ele. Ficam valendo as participações nos gols.  NOTA – 5,5

Osvaldo – Os quero-quero participaram mais do jogo do que ele.  Uma boa jogada apenas e só. NOTA – Sem nota.

Antônio Carlos. O de sempre, só que desta vez com um gol. NOTA – 6,0

Auro - Coitado desse jogador. Vai sofrer pra jogar com esse incinerador da base. NOTA – Sem nota.

 

Muricy  Ramalho – Dos jogadores que tinha disponível  até que escalou bem o time hoje, mas  poderia ter colocado o Auro na sua posição de origem e ter iniciado com o Hudson onde ele tem mais facilidade de jogar.

Pôs tudo a perder com a alteração no intervalo, quando poderia colocar o Auro, mandando o Hudson para o meio, mas a “pardalzice” que o acompanha não deixou. Deslocou o fraquíssimo Paulo Miranda para a direita e desandou a defesa.

RIDÍCULO colocar o Auro aos 46´ do segundo tempo, repito: RIDÍCULO

Treinador que não sabe escalar, não sabe substituir, não sabe mudar o rumo de uma partida. Mas dizem que eu persigo, então… pelo menos aqui nas notas eu me vingo… rsrsrsrs

Seria NOTA – 4,0  mas pela substituição do Auro , fica com NOTA – 3,0

 

Bola Cheia – Michel Bastos pelo gol e pela bela partida, mais uma vez.

Hudson pela regularidade e pelo gol.

Antônio Carlos pelo gol.

Kardec por ter tirado a zica de vez, segunda partida seguida com gols.

Vitão que não apareceu durante o primeiro tempo pra ficar com seu disquinho riscado.

 

Bola Murcha – Juiz muito permissivo com jogadas violentas.

Vitão que resolveu  comentar no segundo tempo e o SPFC tomou os gols.

Bobeada monstro ao deixar o adversário fazer dois gols.

Paulo Miranda. Péssimo.

Muricy Ramalho, que não sabe escalar, não sabe substituir nem ser técnico de futebol

 

Zanca que não compareceu de novo no blog nos horários de jogos. Vai poder pedir música no Fantástico na próxima partida, ausente três jogos seguidos desde o início da minha contagem.

 

Análise: Kátia Firmino

 

Notas: Márcio Maciel

 

 

 

 

 

 

 

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Preleção Copa Sul Americana 2014: São Paulo x Emelec

São Paulo x Emelec

Depois de atropelar o Goiás e recuperar a vice-liderança no Brasileirão, o São Paulo ganhou moral para encarar o Emelec no Morumbi. O confronto é válido pelas quartas de final da Sul Americana, competição em que buscamos o bi-campeonato. Restaram 8 equipes na competição, e de fato estamos no lado mais fraco da chave. Atlético Nacional e U. Cesar Vallejo estão do nosso lado; do outro temos River Plate x Estudiantes e Boca Jrs x Cerro Porteño.

Muricy Ramalho poderá contar com os retornos de Paulo Miranda e Kaká, ausentes contra o Goiás e de Luís Fabiano, que não jogou o jogo de volta diante do Huachipato. Ainda sem Toloi, Antonio Carlos segue no time. Outros desfalques são: Denilson (expulso contra o Huachipato) Luís Fabiano (suspenso pela Conmebol) e Pato (lesão). Sem Denilson, ao que tudo indica teremos Maicon titular. Nosso comandante garantiu força máxima para a partida, nada de poupar os melhores pensando no Brasileiro. Decisão corretíssima, já que um clube do tamanho do Tricolor tem potencial para brigar e até conquistar as 2 taças.

Depois da atuação de gala de Michel Bastos contra o Goiás, Muricy ganhou uma verdadeira dor de cabeça: quem escalar no meio de campo? Kaká é muito importante sim, no papel de liderança e experiência dentro de campo, chamando a marcação para si e, indiretamente liberando mais espaço para Ganso, Kardec e cia limitada. Porém o futebol apresentado vem bem abaixo do esperado. Contra a Chapecoense, muita reclamação e pouco futebol; os cartões vem sendo frequentes também. Michel Bastos está voando em campo, atuando bem em todas as posições e marcando seus gols de vez em quando. E aí Muricy? Ganso e mais um… Kaká ou Michel? Existe ainda a chance de ambos jogarem: Michel no meio e Kaká mais adiantado ou ainda 3 meias e Alan Kardec isolado (mais provável).

O adversário

Fundado em 28/04/1929, o Emelec é um dos gigantes do futebol equatoriano: são 11 títulos nacionais, perdendo apenas para seu arquirrival Barcelona (14) e El Nacional (13). Quando o assunto é competições continentais, o time deixa bastante a desejar: nenhum título conquistado, tendo na Libertadores de 1995 sua melhor participação: semi-finalista, eliminado pelo futuro campeão Grêmio.

O campeonato equatoriano é disputado da seguinte maneira: 2 etapas com 12 clubes cada, no sistema de pontos corridos; os 2 “campeões” fazem a grande final para decidir o campeão dos campeões. São os atuais campeões equatorianos. Nesta temporada, levaram o 1º turno e, com vaga garantida na final, fazem campanha mediana no returno. Quatro titulares estiveram defendendo a seleção equatoriana na Copa do Mundo: os zagueiros Gabriel Achilier e Jorge Guagua; o lateral Oscar Baguí e o meia Pedro Quiñonez.

Para aqueles da imprensa marrom que torciam o nariz para a torcida tricolor, nos chamando de modinhas, entre outros adjetivos chulos, que tal 32 mil torcedores em plena segunda-feira? Ta bom para vocês ou querem mais? Imagina se houvesse um metrô nas imediações do Morumbi… acho que teríamos média de 40 mil por jogo! Somos fanáticos por competições continentais/internacionais, não querendo desmerecer os estaduais etc. Mas que são competições diferenciadas, ah, isso são sim, meu amigo! 12 títulos não são para qualquer um… são para poucos, que contamos nos dedos das mãos. Com todo esse currículo vitorioso, a torcida sempre apoia, lota o Templo Sagrado! Com tudo isso , são esperados pelo menos 40 mil tricolores hoje, empurrando o Clube da Fé rumo a mais uma vitória para conquistarmos o 13º título internacional! Eu acredito!! #3Cores1SóTorcida!

Por: Leandro Teixeira

 

SÃO PAULO X EMELEC

Data/Hora: 30/10/2014, as 20h15min (horário de Brasília)

Estádio: Morumbi, em São Paulo/SP

Árbitro: Enrique Cáceres/PAR

Auxiliares: Carlos Cáceres/PAR e Melchiades Saldívar/PAR

São Paulo: Rogério Ceni, Hudson, Antonio Carlos, Edson Silva e Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Ganso, Kaká e Michel Bastos; Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

Emelec: Esteban Dreer, John Narvaez, Gabriel Achilier, Jorge Guagua e Oscar Bagui; Pedro Quiñonez, Miller Bolaños e Angel Mena; Marcos Mondaine, Emanuel Herrera e LuisMiguel Escalada. Técnico: Gustavo Quinteros

Transmissão: Fox Sports

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Parabéns Celinho/Coluna do Paulo Martins

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Parabéns, Celinho!

Muitas alegrias, felicidade e tudo de melhor que a vida oferecer pois você merece.

Seja imensamente feliz. Somos muito gratos pelo carinho que sempre teve e tem com nosso site.

Você é dos nossos!

Grande abraço!

Amigos do Blog do São Paulo
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“Quem tem teto de barro, não tem bola na grama”

 

Era 03 de outubro de 1954.

O Brasil era outro, a realidade de todos era outra. Não é exagero, também, afirmar que o mundo era outro. Sob o imperativo de contextualizar o(a) amigo(a) leitor(a), o escriba não deve se furtar ao relato da crise política vivida pela nação naqueles tempos, para a qual doará algumas linhas.

Getúlio Vargas havia sido eleito para governar o país em 03 de outubro de 1950, empossado em 31 de janeiro de 1951. Teve um governo político muito tumultuado devido às medidas administrativas que tomou e devido acusações de corrupção de membros do seu governo e pessoas próximas ao presidente que o atingiram em cheio. No dia 21 de agosto daquele ano, entre sete e meia e oito horas da manhã, ouviu-se um estampido seco. Era Getúlio que tombava, suicidando-se com um tiro no coração, segundo informações oficiais. Três dias depois, Café Filho assumiu a presidência. Um salseiro dos diabos!

Outubro de 1954, dia 03: chegaram as eleições para Prefeito e Vereadores. O cenário político fervia em todas as suas esferas. E no Condado não era diferente. A cidade se dividiu. Famílias se dividiram. As eleições diretas proporcionam tal engajamento, que é ainda maior em uma cidade pequena, de modo que o atrito de opiniões divergentes é quase inevitável, ainda mais em tempos difíceis como aqueles.

Mas, como sempre, no meio daquilo tudo, havia aqueles que davam de ombros para aquele caldeirão: os puros de coração, os pequeninos. O dia de eleições, para eles parecia dia de festa, muita gente nas ruas, vestindo suas melhores roupas, barracas vendendo comes e bebes, forasteiros (gente da justiça eleitoral, do cartório eleitoral, delegados de partidos políticos etc). Para eles, ninguém estava ali para cumprir com o dever cívico. Verdade seja dita: nem sabiam o que era o tal do “dever cívico”.

João, então com 8 anos, para aquele dia de eleições, que ele nem sabia direito o que significava, havia combinado com seus amigos um joguinho de futebol no campo que improvisavam nas terras do Sêo Vilarino. Um a um foi recrutando os amigos em suas casas. Rubens, Catolino, Luiz do Titio, Eliaquim, Batista, Betão, Luiz do Matias… João foi reunindo um a um. Os irmãos José Carlos e Ari já moravam no campinho e esperavam os demais, ajeitando as traves feitas de bambu. Eles eram também os responsáveis pela “manutenção” do past, digo, do gramado. Esperavam também os meninos que vinham de outras cidades em dias como aqueles, cujos pais votavam no condado. Era uma festa: times de cinco contra cinco revezavam-se para castigar aquele chão de grama batida, vez ou outra tomando “carreira” das vacas leiteiras que Sêo Vilarino mantinha no terreno. Era uma festa, porque as vezes o jogo parava para virar tourada. Talvez hoje percebam o perigo que era aquilo, também.

Pois bem, numa dessas trocas de turno, uma vaca malhada enorme cuja úbere rivalizava em tamanho com aquelas esferas de demolição, e que não à toa era chamada de Kombi por Sêo Vilarinho, desprendeu-se do rebanho e foi em direção ao campo, furiosa. Sacudindo o corpo tal qual um touro de montaria, eivou-se em coices e golpes de chifre no meio daqueles meninos, que corriam em direção à redenção, que naquele caso materializava-se numa cerca de arame farpados. Uns escorregavam por baixo, outros por entre os fios de arame e alguns até por cima da cerca varavam, no desespero de quem vê naquele quadrúpede malhado a “besta-fera” apocalíptica ceifadora de vidas. Talvez fosse, mesmo.

Todos escaparam. Impossibilitada de ceifá-los por causa da cerca, Kombi os atingiu em cheio, da forma mais dura e triste possível: correu em direção ao gramado e, num golpe só, ficou o chifre no chão e vazou a pelota de capotão. Quem estava ali naquele momento diz que o chão tremeu. Mas, certamente tremeu menos do que os corações daqueles mancebos. Um ar de lamentação se abateu naquele grupinho de meninos. Sentaram na beira da estrada, desolados, de costas para o campo enquanto ouviam ao fundo a Kombi “sapatear” na grama para livrar-se da carcaça de couro da bola murcha pendurada no seu chifre.

Nisso, passou de jipe Sêo Martinho, pai de João. Estranhando o abatimento do filho, questionou o que havia. O filho lhe relatou o ocorrido. O homem riu e disse: “Calma. Estou indo votar. Quando voltar, passo no armazém do Luiz do Gusto e encomendo uma bola nova para vocês.” Apesar de as partidas daquele dia terem se encerrado, os meninos vibraram com a possibilidade de jogar com uma bola nova, dali alguns dias. Já viram um gol chegando de jipe? Então, foi mais ou menos isso, tamanha a alegria daqueles meninos após a passagem do valente verde-oliva.

Sêo Martinho, fervoroso eleitor do Sr. Lourenço Costa, daqueles que decoravam a casa e o carro com as propagandas do candidato, votou em cima da hora. Voltou para casa para esperar o resultado em casa e se esqueceu de passar no armazém do Luiz do Gusto. João ficou “cabreiro”, mas não ligou. Afinal, podia deixar para o dia seguinte.

Naquele tempo, as cédulas com os votos eram levadas para o Cartório Eleitoral de Tatuí, cidade vizinha a Guareí, para apuração. Lá pelas 22:00, pelo rádio, veio o veredito: seu candidato havia sido derrotado. Sêo Martinho, entristecido, resignou-se.

Os adversários, vencedores, iniciaram a carreata. Dois carros e um caminhão, cheio de gente na carroceria. Eram os veículos que havia no Condado. Dois “Fordecos”, um de Sêo Titi e outro de Sêo Laelson e um caminhão Chevrolet de Geraldão, que seguiu pela Rua São Paulo abarrotado de gente fazendo festa e soltando rojões.

Passaram pela casa de João e Sêo Martinho, ainda com bandeiras e propagandas do derrotado e não titubearam: fizeram troça do eleitor de Lourenço Costa… Bombardearam o telhado da casa com rojões e morteiros de festa. Era caco de telha para tudo quanto fosse lado.

Da sala da casa, Dona Maria, esposa de Sêo Martinho, olhou para cima e viu o céu estrelado. Chorou. Cida e Dirce, as filhas, a abraçaram, como que consolando e buscando consolo. Enxugando as lágrimas com o avental ainda sujo de ovo, sugeriu que fossem à cozinha, comer o bolo de fubá que acabara de ficar pronto. Foram. João passou correndo, assustado, indo em direção ao pai que, já contabilizando o estrago, sentenciou: “Filho, quem tem teto de barro não tem bola na grama”. Apesar da tristeza, por tudo o que estavam passando naquele momento, cada um com seu motivo, riram até doer a barriga, do provérbio criado pelo pai.

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Com incômodo na coxa esquerda, Rafael Toloi não enfrenta o Emelec

Toloi

O São Paulo tem um desfalque de última hora para a partida desta quinta-feira, contra o Emelec, às 20h15 (horário de Brasília), no Morumbi, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. O zagueiro Rafael Toloi sentiu dores na coxa esquerda e acabou vetado pelo departamento médico. O defensor já iniciou tratamento no Reffis e não tem previsão de retorno aos gramados.

Toloi treinou normalmente na tarde de terça-feira. Após o trabalho, ele reclamou de um incômodo no local. Como as dores permaneceram de um dia para o outro, ele seguiu para o departamento médico. Por enquanto, nenhum exame de imagem foi realizado. Se o quadro não evoluir nos próximos dias, isso deve acontecer.

O defensor vivia boa fase até sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda no clássico contra o Corinthians, que o deixou longe dos campos por quatro semanas. Voltou diante do Bahia, no estádio do Morumbi. Sem o titular, Antônio Carlos ganhará nova chance entre os titulares e formará dupla com Edson Silva.

Fonte: globo.com

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Após ter recusado o Cruzeiro, Michel Bastos se diz feliz no São Paulo

Michel Bastos chegou ao São Paulo em agosto. O time vivia um momento de turbulência na temporada. Havia sido eliminado da Copa do Brasil para o Bragantino. Na época, pouco antes de acertar, o meio-campista havia sido procurado pelo Cruzeiro, que hoje lidera o Campeonato Brasileiro e está na semifinal da Copa do Brasil. Mesmo assim, o camisa 7 garante: fez a opção certa e se sente feliz da vida no clube do Morumbi.

– Tive proposta do Cruzeiro, sim. Sinceramente, soube que não iria me arrepender. Estou feliz para caramba, aqui é um recomeço. Estava nos Emirados Árabes, fui para a Itália. Foi um ano de muitas mudanças para mim. Escolhi o São Paulo pela qualidade do grupo, porque briga por títulos e porque saberia que poderia me encaixar. Estou conseguindo ajudar bastante. Está sendo um prazer jogar aqui – afirmou.

O São Paulo briga em duas frentes na temporada. É o vice-líder do Campeonato Brasileiro, com cinco pontos de desvantagem para o Cruzeiro. Na Copa Sul-Americana, o time está nas quartas de final e briga pelo bicampeonato. Por isso, Michel Bastos afirma: apesar do cansaço e da sequência de jogos, é hora de se sacrificar.

– Os melhores jogos que fizemos foi quando todos correram e lutaram. Agora é o momento de deixarmos certas coisas de lado. Todos têm de estar preparados, independentemente de quem vai jogar. É hora de dar o máximo até não dar mais. Até o final, é sacrifício, não tem jeito. As dores e o cansaço são normais. Hoje, não tenho coragem de chegar ao Muricy e pedir para não jogar – afirmou.

Além de muita vontade dentro das quatro linhas, Michel Bastos receita inteligência fora de campo.

– Quando aparecer a oportunidade, o negócio é descansar, colocar o pé para cima. É uma sequência que vai desgastar. Mas estamos brigando por dois títulos e vamos com tudo – finalizou.

Fonte: globo.com

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Coluna do José Renato: Para enfrentar os Mineiros, apenas nós, Tricolores

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Confesso que sempre tive certo apreço pelos mineiros.

Graças a eles, nasci em São Paulo.

Explico…

Minha família toda é cearense.

Em 1932, meus avós moravam em Fortaleza.

O pai de um deles foi convocado para compor as tropas federais, do presidente Getúlio Vargas, que lutariam em prol da unicidade federal frente os paulistas e mineiros.

Não foi preciso.

Chegando ao Vale do Paraíba, meu bisavô e seus colegas foram informados que o governador mineiro, Olegário Maciel, resolvera aderir as tropas de Getúlio Vargas.

Resultado… sem o apoio mineiro, os paulistas foram derrotados.

Por conta disso, a ideia separatista fracassou.

Continuamos Brasil.

Cerca de 30 anos depois, meus pais se mudariam do Ceará para São Paulo.

Nasci em São Paulo.

Tenho muito orgulho do sangue nordestino que corre nas minhas veias.

Mas igualmente da cidade que meus pais escolheram para mim.

Sou um autêntico cearense nascido na cidade que emprestou seu nome ao maior clube de futebol.

É… temos o nome de uma das maiores cidades do mundo e do maior dos estados, não de uma estação de Metro.

Sempre grato aos mineiros.

Até que em 5 de março de 1978, teríamos que enfrentar os mineiros novamente.

Caberia ao Tricolor, mostrar a eles a força da bandeira de três cores.

Apesar de ter feito uma boa campanha, com apenas 4 derrotas, o São Paulo estava longe de ser indicado como eventual campeão brasileiro de 1977.

Tinha pela frente, na final, o invicto Atlético Mineiro, um grande time com estrelas do nível de João Leite, Toninho Cerezo e Paulo Isidoro.

É verdade que o Galo Mineiro estava desfalcado de seu grande ídolo, Reinaldo, artilheiro absoluto do campeonato com 28 gols em 18 jogos.

No entanto, o maior astro tricolor, Serginho, também estava ausente.

Aliás, nem tanto…

Atendendo uma ligação de Muricy, Serginho foi levado ao estádio do Mineirão.

Junto a imprensa, foi divulgada uma “barriga”: Serginho vai a campo.

Pura bravata.

A verdade é que os jogadores do Atlético acreditaram nisso até os últimos momentos.

Foi muito para eles.

De qualquer forma, o cenário estava pronto.

O público superior a 100 mil pessoas era quase que totalmente formado por mineiros atleticanos.

Vingamos nosso estado, ainda inconformado com a desistência, em cima da hora, dos mineiros em 1932.

Para a surpresa geral, o Mineirão teve o seu dia de “Maracanazo”.

O São Paulo foi valente e com uma raça fora do comum “arrastou” um 0 a 0 durante o tempo regulamentar.

Coube a Chicão impor seu estilo e fazer os adversários tremerem em seu próprio campo.

A decisão foi para os pênaltis.

No começo da disputa o Atlético levou vantagem, graças ao espetacular goleiro mineiro, João Leite.

No entanto o tricolor tinha Waldir Peres, que mesmo sem defender nenhuma cobrança, desestabilizou o jovem time mineiro.

Os mineiros perderam três penalidades.

No final, 3 a 2 para o São Paulo, e o Brasil era Tricolor pela primeira vez.

Os mineiros jamais foram os mesmos.

E desde então, em boa parte das vezes, distantes dos paulistas.

Ultimamente, mais que nunca.

 

Por: José Renato Sátiro Santiago.

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Em alta, Michel Bastos diz que ficaria surpreso se fosse barrado por Muricy

Michel Bastos

Destaque na vitória sobre o Goiás por 3 a 0 ao dar as assistências para os gols de Edson Silva, Luis Fabiano e Alan Kardec, Michel Bastos vive ótimo momento no São Paulo. Constantemente elogiado por Muricy Ramalho, o atleta agradou não só pela sua qualidade técnica, mas pelo fato de atuar em várias posições. No Tricolor, ele já jogou como meia, volante, atacante e lateral-esquerdo. Mesmo assim, ainda não pode ser considerado titular inquestionável.

Na quinta-feira, contra o Emelec, o camisa 7 ocupará a vaga de Luis Fabiano. Mas, quando o time estiver completo, ele espera continuar na equipe. Tanto que, ao ser questionado como iria encarar se voltasse ao banco de reservas, não titubeou.

– Não vou mentir, ficaria um pouco surpreso. Quero sempre jogar. Venho trabalhando forte, mostrando um bom futebol. Sempre vou respeitar a decisão do treinador, isso é certo. Mas, pelo que venho fazendo, venho trabalhando, me sentiria um pouco surpreso. Ficaria triste pelo fato de não jogar – afirmou.

Michel Bastos mostrou personalidade na entrevista coletiva. Não fugiu de nenhuma pergunta e deixou claro que, apesar dos craques que existem no Tricolor, vai brigar pelo espaço.

– Vim aqui para jogar. Concorrência, quando você joga num clube grande, é normal. É certo. Hoje eu cheguei ao São Paulo com jogadores como Ganso, Pato, Kardec. Para encontrar espaço, só com muito trabalho e dedicação. Vim para ser titular. Estou mostrando que tenho condições para isso. Quem decide é o Muricy – afirmou.

Fonte: globo.com

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