Brasileiro/2014 – Chapecoense 0x0 SÃO PAULO – Pós-Jogo

analise

EXPECTATIVA…

A rodada começou bastante interessante para o São Paulo. Contudo, é preciso aproveitar a oportunidade, ainda que se trate de um jogo complicado contra um adversário perigoso que nos venceu no Morumbi. A questão é: ainda é possível pressionar o líder Cruzeiro e, quem sabe, criar alguma instabilidade nos mineiros para ultrapassá-los nessa reta final? Somos o clube da fé, portanto acreditemos!

…REALIDADE!

Primeiro Tempo

O início foi muito truncado. Perigo, mesmo, só aos 7 minutos, com forte finalização de Fabiano pela direita, que Rogério Ceni encaixou. E desde então ficou claro que o caminho escolhido pela Chapecoense era pelos flancos, destacadamente pela direita, por onde assustava o tricolor. Aos 8, Ganso deixaria Ewandro na cara do gol não fosse boa intervenção de Douglas Grolli. Mas a Chapecoense jogava melhor, não dava espaços para Kaká e Ganso, que sofriam para jogar. Era início de jogo, mas já dava para perceber que o time de verde tinha mais perna. Lamentável o pífio preparo físico do São Paulo. PÍFIO!

O São Paulo só se imporia pela cadência. O problema era conseguir espaços para cadenciar ante a forte marcação e a verticalidade do time de Chapecó, que sempre chegava antes nas divididas e passava como queria pelos defensores do São Paulo. Incomodava o fato de a bola ricochetear nos pés dos jogadores do São Paulo, que em virtude disso, pouco criava. E Kaká não acertava uma, também… Ganso idem!

Aos 31, Leandro recebeu cruzamento na área e não fosse pressão de Edson Silva, fatalmente mandaria para as redes. Incrível como o São Paulo não conseguia igualar a intensidade da Chapecoense no jogo, sejam os defensores, volantes ou atacantes, em todas as situações eles chegavam antes dos tricolores nas jogadas. Ganso vinha sendo morto por Abuda, seu algoz no meio e parecia perdido. E Alvaro Pereira era uma avenida!

E, merecendo abrir o placar, aos 42 Thiago Luís saiu na cara de Rogério Ceni, tirou do goleiro tricolor, mas acabou batendo para fora. Que sofrimento! Fabiano, aos 46, tentou encobrir Rogério Ceni mas bateu forte demais e isolou. Que vareio! E foi o fim do primeiro tempo… UFA!!!

Segundo Tempo

Para o segundo tempo, ação de Muricy: sai Ewandro para a entrada de Osvaldo, provavelmente incumbido de marcar o lateral adversário. Rezemos para que dê certo. E a reza pode ter dado certo, porque aos 5 minutos Kaká fez bela enfiada para Osvaldo, que tocou por cima do goleiro Danilo. Denílson pegou a sobra, mas ao tentar encobrir todo mundo, mandou por cima do travessão. E em sete minutos o tricolor fez mais que no primeiro tempo inteiro, porque Ganso viu Alvaro Pereira livre na esquerda e inverteu o jogo. O uruguaio pegou de primeira, mas mandou por cima do gol de Danilo, que já começava a se coçar. A verdade é que Osvaldo pôs fogo na partida!

Mais insinuante no ataque, o São Paulo passou a assustar a Chapecoense. Aos 11, Denílson tabelou com Kardec e de dentro da grande área, tentou a finalização, que só não foi mais perigosa porque desviou na zaga. Só que a Chapecoense não estava morta e queria aproveitar os contra-ataques. Aos 21, deu calor na zaga tricolor e, não fosse uma série de interceptações precisas de Edson Silva, a coisa ficaria feia.

Aos 23, Kaká,  no sacrifício, pediu para sair. Boschilia foi para o jogo, quando Osvaldo quase marcava, em chute de fora da área. Apesar do ter iniciado melhor a segunda etapa, era errado dizer que o São Paulo mandava no jogo. No máximo, igualava-se ao adversário. Quem diria! Seria na fé. Aos 29, Denílson cruzou e Souza marcaria o gol, não fosse interferência da zaga, que desviou. Mas aí, aos 30, o apitador resolveu ajudar a Chapecoense. Paulo Miranda fez falta sobre Fabinho Alves. Achei exagero, visto que Denílson vinha na cobertura e o jogador ainda estava fora da área, não sendo portanto situação clara de gol.

Hudson foi para o jogo no lugar de Boschilia, que havia acabado de entrar. É… E o pior é que cansa ficar dizendo que o empate, nessas condições, seria um bom resultado. Até porque não era. Era ridículo, frustrante, isso sim. Até porque, ao que parecia, haveria de ter uma torcida feroz para que a Chapecoense continuasse a errar o gol sistematicamente, como vinha fazendo até então. E Souza também merecia ser expulso aos 39, por entrada criminosa em Fabinho Alvez Aos 43, quase que o milagre acontece. Osvaldo acreditou no lance, se antecipou ao goleiro Danilo e, da lateral do campo, quase sem âgulo, tocou para o gol, acertando a rede pelo lado de fora. E o camisa 17 era um bravo. Aos 44 arrancou pela esquerda e cruzou. Alan Kardec perdeu um daqueles gols imperdíveis e cabeceou para fora. Seria a redenção. Não faltava raça, faltava perna. Inadmissível!

E foi o fim. De novo, empacamos. Se o Cruzeiro sofrer cinco derrotas seguidas, o tricolor perderá seis vezes. Joguei a toalha. O escriba não tem dado sorte. Sempre que a análise é minha, o time “não vai”. Credo!

Por: Paulo Martins

 

NOTAS   

ROGÉRIO CENI:   Boas intervenções. 6
PAULO MIRANDA: Primeiro tempo ruim. No segundo, ia melhorando. Mas foi expulso e, mesmo sem ter merecido, prejudicou o time, que já vinha enfrentando dificuldades quando estava com 11 em campo. 2
EDSON SILVA: Falem o que quiser, mas não há dúvidas: hoje, ele é o nosso zagueiro mais confiável. Foi o melhor da defesa. 7
TOLÓI: Raçudo, brigou o quanto pode. No final, exausto, foi mais vontade do que qualquer outra coisa. 6
ALVARO PEREIRA: É brigador, mas vem caindo… A jogada, quando é pelo seu lado, não flui. Defensivamente, foi uma avenida no primeiro tempo. 4
DENÍLSON: Bem ou mal, as únicas jogadas do primeiro tempo foram os seus chutes de longe. No segundo, melhorou a parte defensiva, como todo o time. 5
SOUZA: Tem corrido pouco. Ainda assim, quase foi à rede. A seleção fez mal a ele? 3,5
GANSO: Alguns poucos passes. Foi muito marcado e por vezes se irritou com isso. É fato que as melhores chances saem de seus pés, mas precisa ser mais efetivo e aparecer mais. 4
KAKÁ: Pareceu jogar no sacrifício. Errou quase tudo o que tentou, a exceção de um passe perfeito para Osvaldo, na melhor chance do São Paulo no jogo. Saiu morto. 4,5
BOSCHILIA: Entrou no lugar de Kaká para dar mais movimentação ao time. Foi sacrificado para a entrada de Hudson, que recompôs o setor defensivo depois da expulsão de Paulo Miranda. SEM NOTA.
HUDSON: Sua missão era fechar o setor de Paulo Miranda, expulso. Até que foi efetivo. 4
ALAN KARDEC: Jogou? Dureza… 3
EWANDRO: Um bom lance no primeiro tempo e só. Ok, é jovem… Mas porque os jovens do Santos não aparentam sentir o jogo como os do São Paulo? 3
OSVALDO: Colocou fogo no jogo e, se o time vencesse hoje, a vitória deveria ser creditada a ele. Que seja assim daqui para frente. 7
MURICY: O time está ao léu. Não tem esquema de jogo, estratégia, jogada ensaiada, nada… Seria uma bênção se Muricy resolvesse se aposentar no fim do ano. Se gostar do São Paulo, assim o fará, certamente. 2

 

Por: Paulo Martins

 

BOLA CHEIA

 

  • Osvaldo.

 

BOLA MURCHA

  • O pífio preparo físico do time;
  • O baixo aproveitamento no ataque;
  • A falta de intensidade (provavelmente causada pela falta de preparo físico);
  • A falta de padrão de jogo, de estratégia, jogadas ensaiadas etc. O time não treina e só esse tipo de afirmação é capaz de justificar o futebol horroroso e inconstante do São Paulo;

 Por: Paulo Martins

 

Por: Paulo Martins

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Preleção Brasileiro 2014: Chapecoense x São Paulo

Chapecoense x São Paulo

Defendendo a vice-liderança do Brasileirão, o Tricolor viaja até a cidade de Chapecó, no oeste catarinense, onde enfrenta logo mais a Chapecoence no estádio Índio Condá. O Mais Querido vem de vitória contra o Bahia, com direito a golaços de Ceni e Ganso, o que nos possibilitou recuperar a 2ª colocação, agora com 52 pontos.

Na corrida pelo título, o Cruzeiro segue sobrando na tabela: 59 pontos, 7 a mais do que o Tricolor. Parece que quanto mais secamos, mas nos frustramos. Porém, se existe um culpado pela distância que nos separa do líder, este é o próprio Tricolor, que deixou escapar 7 pontos apenas para os rebaixáveis atuais, sem contar o Goiás e a própria Chapecoense. São Paulo e Internacional vem se alternando na vice-liderança; Atlético MG, Corinthians e Grêmio são adversários diretos pelo G-4: no momento, temos 3 pontos a mais do que nosso arquirrival, 5º colocado.

O grande problema para a partida de hoje é o ataque: Pato segue de fora novamente; Michel Bastos, que poderia ser uma solução ali na frente está suspenso. Sobraria Luís Fabiano… pois bem, o camisa 9 sofreu lesão ontem e desfalca o time. Some-se a isso a má fase de Kardec (9 jogos sem marcar). Sobram Osvaldo ou Ademison para o ataque. Ainda existe a possibilidade dele, Maicon ser titular… conhecendo a “admiração” de Muricy por ele, não duvido nada de que o imprestável xodó do Mumu seja titular. Paulo Miranda estará novamente disponível para a lateral, mandando Hudson de volta ao banco de reservas. No mais, o time será o mesmo que começou a partida contra o Bahia.

No primeiro turno, a Chapecoense surpreendeu a todos e ganhou do São Paulo em pleno Morumbi. Tal como naquela ocasião, os catarinenses seguem na luta contra o rebaixamento: 34 pontos, na 15ª colocação. Atuando em seu estádio, o aproveitamento é bom: 59,52%, ou 25 pontos (14 jogos, 7 V, 4  E e 3 D). Na última vez que atuou na Arena Condá, goleada acachapante de 5×0 contra o Inter. O meia Camilo e o atacante Leandro são perigosos tendo cada um marcado 2 gols contra o Inter.

Esta partida pode marcar mais um recorde para o Mito Rogério Ceni: em caso de vitória, Rogério passará a ser o jogador que mais venceu partidas vestindo uma única camisa de clube no MUNDO. Faltando pouco menos de 2 meses para a aposentadoria desta lenda viva do São Paulo, nada melhor do que mais uma vitória para embalar para consagrar de vez esta marca. É claro que ela virá, e logo! Quanto antes melhor! Que venha a Chapecoense! #3Cores1SóTorcida!!!

Por: Leandro Teixeira

 

CHAPECOENSE X SÃO PAULO

Data/Hora: 22/10/2014, as 22h00 (horário de Brasília)

Estádio: Arena Condá, em Chapecó/SC

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães/RJ

Auxiliares: Alessandro A Rocha de Matos/BA e Dibert Pedrosa Moisés/RJ

Chapecoense: Danilo, Fabiano, Douglas Grolli, Rafael Lima e Rodrigo Biro; Bruno Silva, Dedé, Diones e Camilo; Tiago Luis e Leandro. Técnico: Jorginho

São Paulo: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Ganso e Kaká; Osvaldo e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

Transmissão: Band, Globo e PFC

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Coluna do José Renato: Raí voltou na 5ª, dormiu na 6 ª, treinou no sábado e passeou no domingo‏

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3 de junho de 1993, o Tricolor entrava em campo para enfrentar o Santos em partida válida pela última rodada da fase semifinal do Campeonato Paulista.

Uma semana antes tínhamos conquistado o bicampeonato da Taça Libertadores da América.

A equipe do técnico Telê Santana entrava em campo com olhos em outra partida.

Dependíamos de ao menos um empate da equipe da casa, o Novorizontino, frente os homens de preto, árbitro, e demais alvinegros, sempre juntos.

Por que?

Dias antes, em 30 de maio, tinhamos sido vencido por eles em uma das partidas mais escandalosas da história do futebol paulista e brasileiro.

Normal.

Os fatos ocorridos naquela partida chegaram a ser noticiados na edição do Jornal Nacional, quase com a mesma pompa dos casos de corrupção que assolam o nosso país.

Tivemos um gol legítimo de Palhinha anulado, e o gol dos homens de preto, e branco, foi em condições claramente irregulares.

Esta parceria, no entanto, logo seria interrompida.

Dias depois o arbitro daquele dia, José Aparecido de Oliveira seria acusado de desonesto por seus antigos parceiros, na final frente a equipe da fábrica de leite.

Foi importante e estratégica para a Parmalat, uma final de campeonato frente uma equipe tão fraca.

Raí entrou no Morumbi para fazer aquela que poderia ser sua ultima partida com a camisa do “Mais Querido”.

E foi… por um longo tempo.

Já tinha sido contratado pelo Paris Saint Germain.

Em campo, liderou o massacre frente aos santistas.

6 a 1.

Fora o baile…

Agora, Paris precisava ser reconquistada.

A ultima vez tinha sido por De Gaulle.

Desta vez seria por Raí.

E foi…

Na França, foram 5 anos e 7 títulos conquistados (e 72 gols marcados).

Foi o comandante da mais vitoriosa fase da história do clube da Cidade Luz.

Até hoje o maior nome de sua história.

Mas precisava voltar para casa.

E voltou… em grande estilo.

No momento certo.

Em 3 de maio de 1998, enfrentamos a equipe alvinegra pela primeira partida da final do campeonato paulista.

Nossa campanha era magnífica.

Tinhamos vencido 10 das 12 partidas disputadas.

Uma equipe jovem, já liderada por Ceni, onde despontavam Denílson, França e Aristizabal.

Perdemos por 2 a 1 e a vantagem do empate mudou de lado.

Foi naquele dia que a Imprensa criou o termo “Nó Tático”.

Uma alusão a disputa entre os técnicos Vanderlei Luxemburgo e Nelsinho Baptista.

A equipe de Luxemburgo passou a ser a grande favorita.

Esqueceram de Raí.

Já contratado pelo São Paulo, Raí estava liberado pelo PSG.

E já poderia estrear no dia 10 de maio.

Coube a ele sugerir: Posso jogar domingo, se precisar.

O regulamento do campeonato paulista não limitava qualquer prazo final para contratação de um novo jogador.

Aquela semana foi longa.

De um lado, os dirigentes alvinegros tentando impedir a estreia de Raí.

Por que o medo?

Talvez alguma recordação da final do campeonato paulista de 1991, quando ele marcou 3 vezes.

Do outro lado, a frieza do regulamento.

E tentaram mudá-lo.

Não conseguiram.

Raí chegou na quinta, tomou café da manhã na sexta, treinou no sábado e passeou no domingo.

Vencemos por 3 a 1, com direito a gol do “Terror do Morumbi”.

Um retorno que marcou para sempre.

E que vez o regulamento do campeonato mudar a partir daquela data.

Jamais seria possível trazer Raí para disputar uma final rs rs.

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São Paulo promete tentar comprar os direitos do lateral Alvaro Pereira

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A diretoria do São Paulo quer usar o fim de 2014 para iniciar as negociações com o Inter de Milão pela compra dos direitos econômicos do lateral-esquerdo Alvaro Pereira. O jogador é titular absoluto com o técnico Muricy Ramalho e um dos preferidos da torcida nesta temporada.

O uruguaio está emprestado ao Tricolor até junho de 2015, mas os dirigentes admitem a possibilidade de conversar com o clube italiano e desembolsar um valor para tê-lo em definitivo. O defensor estava avaliado em € 7 milhões de euros, cerca de R$ 22 milhões, montante considerado muito elevado pelos brasileiros.

– Vai depender dos acordos econômicos. Uma coisa é contratar por empréstimo e outra em definitivo. Mas é desejo do São Paulo tentar antecipar essa negociação – afirmou o presidente Carlos Miguel Aidar.

O acordo, porém, não deve ser tão simples. Além do investimento em um momento sem tanto dinheiro em caixa, o São Paulo deve ter a concorrência de outras equipes. Há até a possibilidade de o Inter de Milão pedir para que o jogador retorne à Itália para ser reintegrado. Aidar não acredita nisso.

– Ele está sob contrato e ganhou a simpatia da torcida e nossa também – ressaltou o dirigente.

Caso o jogador deixe o São Paulo no fim do ano, Muricy já tem um substituto pronto. Michel Bastos, hoje utilizado no meio de campo, voltaria à posição de origem e teria Reinaldo como reserva imediato.

Alvaro Pereira chegou ao São Paulo em janeiro e participou de 43 partidas, marcando um gol.

Fonte: globo.com

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Sou Sou Tricolor: Quem vai ser nosso Kaká de 2015?

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Gil Ataíde Guerreiro cravou: Kaká não fica em 2015, e o São Paulo trará um nome de peso para seu lugar.

Já escrevi nesta minha coluna a respeito da importância de nosso camisa 8 para o Tricolor, quanto time e instituição. Dentro de campo, Kaká é a peça-chave da equipe, fazendo a transição vertical entre meio-campo e ataque, marcando e chamando a marcação dos adversários. Fora, eleva o valor da marca, trazendo holofotes para nosso time. Para se ter uma dimensão do tamanho de Kaká para o futebol, basta ver a festa que os chineses fizeram para ele antes, durante e depois dos amistosos disputados pela seleção brasileira na Ásia. Neymar ficou em segundo plano.

Dificilmente Aidar e companhia conseguirão encontrar um nome com tanta qualidade, representatividade e identificação com o Tricolor no mercado. Soma-se a esse fato a aposentadoria de Rogério Ceni, e teremos um time órfão no ano que vem. Mas isso é assunto para outro post.

Ignorando-se a pequena chance de encontrarmos algum jogador com todo o benefício extracampo que Kaká nos traz, vamos simplificar a busca para atletas que possam atuar de forma semelhante a que nosso meia faz hoje. Desde a confirmação da saída de Kaká em janeiro, muitos nomes começaram a ser especulados pela imprensa e sonhados pela torcida. Listo abaixo alguns nomes que caberiam (ou não) no Tricolor:

1- Hernanes- De longe, minha opção favorita. Um craque, com história no Tricolor, além de figuraça. Se viesse, poderia atuar em qualquer posição do meio-campo tricolor, embora no caso estejamos falando do substituto do meia Kaká. Mas esqueçam qualquer chance de negociação. Embora venha frequentando o banco de reservas algumas vezes na Inter de Milão, vale lembrar que o time italiano gastou 15 milhões de euros há menos de um ano para contar com o profeta, por um contrato que vai até 2018. Depois desse período, quem sabe Hernanes não volte para dar as últimas profecias da carreira no Morumbi?

2- Diego- Sonho antigo do Tricolor, e são-paulino na infância. Sempre foi bom jogador, e poderia até ter ido para a última Copa, depois de um ano razoávelmente bom no vice-campeão da Champions League e campeão espanhol Atlético de Madri. Razoavelmente porque Diego era mais reserva do que titular. Tanto que o time de Miranda não fez grandes forças para conter a ida do jogador ao Fenerbahçe. E justamente por causa dessa recem-chegada ao time turco que Diego também é carta fora do baralho no Tricolor. Para não falar nos seus altos vencimentos, que o impediram até de fechar com o time da baixada.

3- Cleiton Xavier – Não sei porque este jogador conta com a simpatia de tanta gente, seja torcedor do São Paulo, seja de qualquer outro time. Foi bem no Figueirense, na SEP, e vai bem na Ucrânia, mas nunca o vi como brilhante. Me lembra bem um jogador que

recentemente estava no Tricolor, que chuta razoavemente bem, passa razoavelmente bem, e que fez carreira na Ucrânia depois de um breve sucesso em time médio brasileiro. Sabem de quem estou falando? Dica: consegue ser reserva do Danilesma atualmente…

4- Wellington Nem – Muito bom jogador, apesar de não ter exatamente as características de Kaká. É mais do estilo Lucas (não cogitarei sua vinda neste post), variando entre 2º atacante e ponta de lança. Por muito pouco não voltou ao Fluminense no meio do ano. Passado o momento mais turbulento da crise na Ucrânia, pode ser que o atleta nem cogite mais voltar ao Brasil. Viria por empréstimo, visto que o São Paulo não tem verba para grandes contratações. Se aceitasse vir, eu toparia na hora.

5- Bernard – Alegria nas pernas, tristeza na Copa. Tal qual Jô, por exemplo, foi claramente superestimado depois de ir bem no arrumado time do Atlético, campeão das Américas no ano passado. Pobre Felipão, que acreditou e o convocou. Pobre Shaktar, que gastou uma fortuna na sua contratação. Bernard é outro que quase voltou no meio do ano, e outro que só viria por empréstimo. Na minha opinião, se aceitasse se enquadrar na folha salarial do futebol brasileiro, poderia ser uma boa contratação. Mas não está entre minhas opções favoritas.

6- Diego Souza – Outro que vira e mexe tem o nome ligado a um suposto interesse Tricolor. Tem talento, mas falta intensidade. Seria para-raio de críticas na primeira má fase, e o elenco do São Paulo já está cheio de figuras nesse papel. Leia-se Luis Fabiano, Pato, Ganso e etc. NÃO!

7- Montillo – Talvez a opção mais certeira, levando-se em conta viabilidade econômica e qualidade de jogador. Quase pintou no Tricolor, depois de jogar muita bola no Cruzeiro. Acabou indo pra baixada santista, de onde saiu após um ano. Começou mal na Vila Belmiro, mas estava voltando a mostrar futebol quando foi para a China. Parece não estar bem por lá. Apesar de titular, foram apenas 2 gols em 30 jogos no ano, um deles de penalti. A má fase poderia facilitar o retorno ao Brasil. Seria a minha aposta.

8- Thiago Neves – Jogador bom, mas inconstante. Já vi Thiago Neves jogar muita bola no Fluminense, e ir bem no Flamengo, mas ser medíocre nos mesmos dois times, em diferentes épocas. Deve receber um dos altos salários do mundo árabe, mas já está por lá há mais de um ano, o prazo que mais ou menos os brasileiros costumam se segurar por lá. É outro que não faz exatamente a função de Kaká, sendo mais parecido com Ganso, com menos condução de bola, e mais passe/armação. Mas talento tem.

9- Taison – Caso muito parecido com os de Bernard e Wellington Nem. Jovem, driblador, jogando na Ucrânia e caro. Boa, mas aparentemente inviável, opção.

10- Guilherme – Outra opção do mercado brasileiro, Guilherme, do Galo. Apesar de ter ajudado a eliminar o SCCP na semana passada, e de fazer um bom campeonato brasileiro, o atacante/meia me chamava mais a atenção quando jogava no Cruzeiro, desde a base. Venceu a Copa São Paulo de Juniores em 2007, vencendo na final o Tricolor do zagueiro Breno. Fez ótimos campeonatos brasileiros em 2007 e 2008, que o fizeram ser vendido para a Ucrânia. Na volta ao Brasil, nunca teve muito destaque,

sendo mais reserva do que titular no time de Ronaldinho, Bernard, Tardelli e Jô. Tem contrato só até março, o que poderia facilitar a vinda. Mas certamente o Tricolor enfrentaria concorrência caso se interessasse. Vale a consulta.

11- Wagner – Outro que é mais parecido com Ganso do que com Kaká. Pus na lista porque quase veio para o Tricolor no inicio do ano, em troca por Osvaldo. Mas poderia jogar com Ganso. Basta ver que faz um bom campeonato, mesmo atuando ao lado de Conca. O Fluminense aliás pode virar uma boa vitrine de jogadores, já que a Unimed pretende cortar gastos no futebol no ano que vem.

12- Valdivia – Última opção, em todos os sentidos. Está listado pois, segundo o jornalista Benjamin Back (Estádio 97 e Fox Sports), poderia entrar numa lista de desejos do Tricolor, assim como já ocorreu com Kardec e Wesley, por exemplo. Tem contrato com a SEP só até agosto de 2015. Não tenho a menor admiração por este jogador. Consegue desrespeitar São Paulo, SCCP e SEP ao mesmo tempo. Para mim, o grande símbolo da fase sem glórias que vive o time verde. Esperanças depositadas em um cara que mal joga. Mesmo quando atua, não vejo esse brilho todo que muitos gostam de falar. Basta ver os números: em 2014 foram 4 gols em 24 jogos. Somando-se todos os 5 anos dessa sua 2ª passagem pelo porco, foram 17 gols em 132 jogos, o que dá uma média pífia de 3,4 gols e 26,4 jogos por ano. Lembrando que consta aí uma série B. Rídiculo.

Doze nomes, lembrando-se que contamos no elenco com um bom Michel Bastos e um promissor Boschilla, que cada vez mais parece ganhar espaço. Mas o São Paulo precisa de plantel, especialmente com a possibilidade de saídas do insatisfeito Luis Fabiano e do ainda emprestado Pato. Além disso, o Tricolor PRECISA se livrar do desgastado Osvaldo e da mentira-ainda-não-descoberta-pelos-europeus, Ademilson. Corre Aidar! A Libertadores 2015 já começou…

Por: Wagner Moribe

wmoribe@hotmail.com

twitter.com/wmoribe

 

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Viagens ao Submundo – Dinamite

viagens

Dinamite

 

Uma marca. Uma essência. O que realmente importa para quem é importante. O que realmente importa de quem é importante.

Naquelas escolhas diárias do respirar, dos passos e direções, nos vemos diante das palavras que realmente devemos utilizar no momento específico, para as pessoas específicas, junto a um emaranhado de colocações indevidas, imprecisas, oriundas de vícios e manias, sentimentos momentâneos e outras particularidades mais que interferem nos atos.

Por mais clara que seja a luz do pensamento real que dita e regra os traços e movimentos da face boa de cada ser, como nas crenças e culturas, tanto em escrituras sagradas e livros de leis humanas, há o peso do imperfeito e dos inúmeros limites. O passe mal dado, o chute torto, o cruzamento pífio, a furada da zaga, a saída errada do gol.

É aquele escorregão, mesmo que com travas ideais para o campo molhado. O acidente, a falha, o normal de uma infinidade de acontecimentos corriqueiros.

Há futebol num todo de uma vida. Porque você dribla as infelicidades com seu sorriso para a manhã de um novo dia de esperança. Você chuta firme para o gol que te garantirá pontos positivos na empresa, ratificando sua titularidade. Aquele passe de maestro, que deixa seu filho na cara do gol, quando ele compreende seus ensinamentos e passa a seguir um novo e brilhante trajeto rumo a um futuro repleto de ótimas possibilidades.

Que esporte!

E levar na esportiva quando lhe arrancam o sorriso nas derrotas de seu time, evitando que aquela raiva levemente incoerente seja raiz de atitudes infelizes, é dar forças àquela Fé que garante o ingresso para a próxima partida.

A imponência do Bem diante de um Mal raquítico tem que ser sempre levada em conta.

Digo isso também porque me lembro de algo que um dia li, ou ouvi, ou foi numa aula da escola, ou numa palestra, ou numa conversa de bar… falha da RAM que existe na ROM… enfim, parece que fiquei sabendo porque me disseram, e não porque inventei… mas, a pessoa que apresentou o assunto falava de Nobel.

O inventor da dinamite focou simplesmente no uso benéfico da criação, que, por causa da humanidade e suas coisas humanas, também se tornou objeto de guerra e destruição.

Em virtude do desvio ocorrido, de outra forma o químico queria ser lembrado. Surgiu então a premiação considerada a mais importante do mundo para os fins mais importantes.

Esses, por sua vez, englobam benefícios, ou seja, destacam o Bem.

O nome Nobel, de um modo geral, é mais relacionado aos fatos mais valiosos nos acontecimentos bons da vida.

Então, o que diremos sempre daqueles que valorizamos, que damos importância maior, ainda que vez ou outra nos posicionemos em impedimento por falta de atenção, é o que vem do coração.

Ainda que da boca saiam bobagens, ainda que pelos dedos as teclas equivocadas sejam digitadas, sabemos que do nosso interior somente uma é a verdade.

E assim permanecerá sendo.

Porque, dentro da gente, é cantado o parabéns eterno aos heróis.

Cada gol de Ceni merece um Nobel.

 

Ronnie Mancuzo – Sub

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Frase do dia:

“Eu só confio nas pessoas loucas, aquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas.”

Jean-Louis Lebris de Kerouac – ‘Jack Kerouac’ (12 de março de 1922 – 21 de outubro de 1969)

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Auro é convocado para torneio da Seleção Sub-21

Auro

O Tricolor terá um representante no Torneio Internacional Sub-21, que será disputado na China. O jovem Auro, revelado no Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia, foi convocado pelo técnico Alexandre Gallo para defender a Seleção Brasileira na competição.

De acordo com a programação da Confederação Brasileira de Futebol, a equipe fará um período de treinos em Manchester, na Inglaterra, com duração de quatro dias, antes de seguir para a Ásia. O torneio em território chinês será disputado entre os dias 8 e 18 de novembro.

Desta forma, o jogador desfalcará o São Paulo em pelo menos três duelos do Campeonato Brasileiro de 2014. No dia 8 de novembro, pela 33ª rodada, os paulistas visitarão o Vitória. Depois, no dia 16, o adversário será o Palmeiras. Por fim, pela 35ª rodada, o Tricolor receberá o Internacional no dia 19.

Em junho deste ano, sendo um dos atletas mais jovens da delegação, Auro foi campeão com o Brasil no tradicional Torneio de Toulon, na França. Na volta, alguns meses depois, o camisa 26 recebeu a primeira oportunidade no Tricolor e agarrou a chance. Foi titular em sete partidas consecutivas e mostrou ao técnico Muricy Ramalho que tem condições de ser o futuro dono da lateral direita são-paulina.

Confira a lista com os 23 atletas convocados:

  • GOLEIROS
  • Andrey (Botafogo)
  • Tiago (Grêmio)
  • Marcos (Fluminense)
  • ZAGUEIROS
  • Eduardo (Internacional)
  • Marlon (Fluminense)
  • Nathan (Palmeiras)
  • LATERAIS
  • Auro (São Paulo)
  • João Pedro (Palmeiras)
  • Lorran (Vasco da Gama)
  • Matheus Muller (Palmeiras)
  • MEIO CAMPO
  • Danilo (Braga-POR)
  • Eduardo Henrique (Atlético Mineiro)
  • Lucas Evangelista (Udinese-ITA)
  • Matheus Biteco (Grêmio)
  • Nathan (Atlético Paranaense)
  • Marcos Guilherme (Atlético Paranaense)
  • ATACANTES
  • Carlos (Atlético Mineiro)
  • Gabriel (Santos)
  • Gerson (Fluminense)
  • Kenedy (Fluminense)
  • Thalles (Vasco da Gama)
  • Yuri Mamute (Botafogo)
  • Malcon (Corinthians)

Fonte: Site Oficial

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Médico veta participação de Alexandre Pato contra a Chapecoense

Pato

Ainda não será na quarta-feira que o atacante Alexandre Pato retornará ao time do São Paulo. Com um edema na coxa esquerda, sofrido no confronto da última quarta, diante do Huachipato, pela Copa Sul-Americana, o camisa 11 já foi vetado pelo departamento médico para a partida contra a Chapecoense, que será disputada em Chapecó, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

– Para quarta-feira não tem nenhuma chance. Ele está fazendo tratamento e não temos de apressar nada – afirmou o médico José Sanchez.

Na vitória por 2 a 1 sobre o Bahia, no último sábado, no estádio do Morumbi, Muricy Ramalho utilizou Michel Bastos na vaga do atacante. Só que o camisa 7 levou o terceiro cartão amarelo e terá de cumprir suspensão automática no meio de semana. Isso deixa a dúvida na cabeça do treinador, que tem três opções para montar sua equipe.

Se optar por uma formação ofensiva, ele tem Luis Fabiano e Osvaldo como opções. O camisa 9, aos poucos começa a retomar sua forma física e, se entrar, obrigaria Alan Kardec a jogar mais aberto pelas pontas. Já Osvaldo jogou como titular nas partidas contra Huachipato, no Morumbi, e Atlético-MG, no estádio Independência, e não teve boa atuação.

Muricy ainda pode escolher uma formação mais defensiva, já que atuará fora de casa diante de um time que complica muito quando é mandante. Neste caso, a opção seria Maicon, que foi titular enquanto Souza esteve na Seleção, e teve seu desempenho muito elogiado pela comissão técnica.

O time volta aos treinos na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Com 52 pontos, o Tricolor está na vice-liderança do campeonato, sete pontos atrás do Cruzeiro.

Fonte: globo.com

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Coluna do Zanquetta: Informações Tricolores

zanca

Casa da Mãe Joana. A ponderação da retirada da música do ACDC pedida por Ceni foi um assunto no Conselho Deliberativo como muitos outros. Mas, hoje, o SPFC virou a casa do Mãe Joana e todos os assuntos vazam, principalmente os polêmicos. Este foi apenas mais um.

Acesso mais fácil e mais bilheteria? Depois de adiarem em muito a construção do metrô que chegaria ao Morumbi, agora deram novo prazo: 2017. O Tricolor que já arrebenta em bilheteria, se ainda tiver o plus do acesso do metrô, tende a ser cada vez mais líder em bilheteria no país.

Renda do último jogo de Ceni. Numa boa, Ceni já não ganha o suficiente e as contas do clube já não estão ruinzinhas para dar a renda do último jogo de Ceni para ele? Faz sentido isso? Para mim, é hipócrita da parte de Aidar.

Zagueiro. Para surpresa geral, o São Paulo não sabe se trará zagueiro em 2015. Ataíde pensa em manter o time e Muricy quer um zagueiro pela esquerda. Se não vier volante e zagueiro eu acharei que tem gente louca por lá…

Roni. Jovem e habilidoso, o meia fez bom campeonato em 2013 pelo Goiás e em 2014 pela Ponte. O que esperam para darem chances em 2015?

Ademilson. Muitas sondagens chegaram pelo atacante que se destaca na base da Seleção. É questão de tempo até o vendermos.

Luis Fabiano. Novamente o atacante que eu gosto muito e queria que continuasse, começa com suas papagaiadas. Já começa a espalhar que não sabe fica em 2015, que ele não está feliz etc. Feliz eu também não estou com ele tendo ficado grande parte do ano machucado, por ter sido expulso, não rendido nos momentos decisivos etc. No final do ano passado, desejei ficar com Aloisio ao invés dele e hoje vejo que não estava errado. O Boi hoje seria utilíssimo neste time.

Montillo. Muricy deu Montillo como nome alternativo a Cleiton Xavier como substituto de Kaká. Algumas horas eu acho que o Muricy é louco…o argentino já não joga futebol em bom nível desde 2011. Além de caro, pode gerar ciumeira e será um peso morto.

Hudson. Acertada a decisão de manter e renovar o jogador. Boa notícia para o plantel do São Paulo.

Edilson e Lucas. Os laterais são cotados e foram oferecidos. Lucas, mais jovem, tem a preferência de Muricy.

Ilsinho. Muita gente especulou Ilsinho no São Paulo na última semana. Eu particularmente não sei nada dele. E se fosse para optar por ele ou Wesley que atuam por aquele setor e podem alternar ala e meia direita, eu ficaria com Wesley. Mas, vou explicar de novo o caso dele…

Caso Wesley. Na última semana, anunciei o problema que há hoje em torno de Wesley. O Palmeiras quer contar com o jogador que já assinou pré contrato. Porém, em prol de uma trégua com Nobre e com o time verde, o São Paulo pode abrir mão de Wesley e por um valor em dinheiro também. Isto selaria a paz entre os clubes e poderia manter o atleta que voltou a ganhar prestígio com Dorival, seu velho conhecido.

Jefferson. Indiscutivelmente eu traria o goleiro para o São Paulo. É trabalhador, quieto, humilde, de grupo e discreto. Para substituir Ceni, nada melhor que alguém com este perfil e chega com  moral de ter vindo de Copa e ser titular da Seleção Brasileira atualmente. Nome perfeito.

Breno. Está perto seu retorno ao Brasil e ao São Paulo. Minha expectativa sobre ele hoje? Zero. Ele terá que se readaptar à liberdade, ao Brasil, passará por mil entrevistas, julgamentos, será alvo de dedos apontados, críticas, piadas etc. Há muito além de treinar, ficar em forma e adquirir ritmo. Futebol ele tem. Carinho ele terá. Mas, internamente, já contam com dar outra chance como por exemplo na base se o futebol não vingar. Tal qual fizeram com Narciso no Santos. Sem muita expectativa, não há decepção. Espero que Aidar compre sua situação e não a vincule politicamente a JJ. É claro que torço demais para que dê certo mas sem angústia para isto. Teremos Paulistão para testes e retorno.

Wellington. Depois de sequenciais lesões que tiraram seu bom futebol no São Paulo, Wellington que já tinha tratativas iniciadas de negociação com o Inter para permanecer por lá, sofreu nova lesão. Inacreditável. Não posso crer que o São Paulo não saiba curá-lo. Para mim, mais parece que o jogador é nosso Valdivia…e justo no momento que ele tinha mais confiança por lá. Ao menos, o salário dele é pago pelo Inter e o contrato dele dura 1 ano.

Grana. O Tricolor contará com um acréscimo no cofre de R$ 20 milhões. Vendemos mais PPV que a meta e conseguiremos esta quantia que será com certeza um baita alívio financeiro. As contas de 2014 estão cada vez mais próximas de ficarem equilibradas e balanceadas segundo os números que Aidar tinha dito. Mas, agora ele veio à público dizer que ficaremos no vermelho. O que houve com o dinheiro das vendas dos jogadores, do PPV, da TV? É como sempre afirmo: é fácil jogar números no microfone e na mídia. Criticar é fácil. Administrar não é tão simples…

Patrocinador Master. Depois de anunciar que o rodízio de marcas era o mais seguro, nesta semana, o diretor de marketing afirmou que o caminho pode ser outro. Eu sinceramente não entendo o que acontece com essas pessoas. Vão à televisão, falam coisas, dizem informações, divulgam interesses e anseios e na outra semana mudam tudo. Como querem passar alguma credibilidade para o mercado? Agora querem dar foco às mídias sociais. Ok. Acho válido também. Mas tem que se passar confiabilidade.

Adidas, Puma e Under Armour. Vendo a repercussão que terá negativamente se rescindir com o SPFC da forma que pinta, a Penalty pensa em manter o contrato e vem cozinhando o SPFC pagando um pouco, mantendo o contrato no limite. Mas, o São Paulo não quer dar mole e pretende rescindir na força e mediante alguma artimanha legal que Aidar entende ser possível. A conferir. Até o momento, nada decidido ao contrário do que muitos levianamente anunciam. Tanto que nós estamos vendo a quantidade de reviravoltas que estamos tendo com o caso. Até programação da Penalty para lançar novo uniforme já existe.

Alexandre Zanquetta

alexandrezanquetta@uol.com.br

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Sem Michel Bastos e Pato, Luis Fabiano pode ter chance contra a Chapecoense

Luis Fabiano

Michel Bastos e Alexandre Pato devem desfalcar o São Paulo no jogo de quarta-feira, contra a Chapecoense, em Chapecó, pelo Campeonato Brasileiro. O primeiro está suspenso e o segundo, com edema na coxa esquerda. O cenário abre espaço para o retorno de Luis Fabiano ao time.

Contra o Bahia, no sábado, o técnico Muricy Ramalho escalou Michel Bastos justamente na vaga de Alexandre Pato, que está em tratamento médico. Jogou com três meias, já que Kaká retornou da Seleção Brasileira, mas agora as opções estão reduzidas, aumentando as chances do Fabuloso.

No lugar de Alan Kardec, concorrente automático do camisa 9, Muricy disse que ainda não é o momento, pois, apesar de Kardec está há dez jogos sem marcar gol, ele ainda vê muita importância do atacante para o time. Mas deixou claro que os dois podem jogar juntos.

– Podem jogar juntos. Claro que quando joga Kardec e Pato, Pato se mexe muito, Kardec também. Tudo é possível – afirmou Muricy.

Sobre Luis Fabiano, o técnico disse que o centroavante voltará a ter chances no time e pode se firmar novamente como titular.

– Tudo aqui muda, quando o cara vai para dentro de campo, no dia a dia também e arrebta. Não tem pressão, nada. Joga o que vem aqui e trabalha bem, duro, faz bom ambiente e no jogo faz a diferença. Esse cara tem lugar aqui, o que não tem, vai ter dificuldade. O Luis sabe que quase fez o gol (contra o Bahia) e já, já muda minha maneira de pensar. Vou colocar ele, ele sabe disso, e vai ser difícil tirar ele – analisou o técnico.

São Paulo enfrenta o Chapecoense na quarta-feira. A reapresentação é nesta segunda-feira à tarde e na terça o time viaja para Santa Cantarina. Por conta do curto tempo, Muricy não deve ter Pato, que ainda precisará de mais tempo para se recuperar.

Fonte: Lancenet

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